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MAPA estabelece preços de referência para EGF de leite

jul 14, 2015   //   de Leite Brasil   //   Blog, Mercado, Notícias, Preços  //  Nenhum Comentário

Foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria nº 142, de 08 de julho de 2015 do Mapa, que estabelece os preços mínimos para o leite. A Conab divulgará em seu site os preços de referência para Empréstimo do Governo Federal (EGF).

Os preços mínimos estabelecidos para o leite foram os seguintes: para a s regiões Sul e Sudeste, R$0,76/litro; para o Centro-Oeste (exceto MT), R$0,74/litro; para o Norte e MT, R$0,68; para o Nordeste, R$0,78.

Abaixo, segue a portaria publicada no Diário Oficial da União

GABINETE DA MINISTRA
PORTARIA N 142, DE 8 DE JULHO DE 2015

A MINISTRA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, INTERINA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto no § 1 do art. 5 do Decreto-Lei n 79, de 19 de dezembro de 1966, alterado pela Lei n 11.775, de 17 de setembro de 2008, e o que consta do Processo n 21000.003865/2015-92, resolve:

Art. 1 Publicar os preços mínimos para as culturas de verão das safras 2015/2016 e 2016, para os produtos extrativos e culturas regionais da safra 2015/2016, conforme anexos I a IV desta Portaria, fixados pelo Conselho Monetário Nacional, respectivamente por meio dos Votos CMN 36/2015, 37/2015 e 38/2015.

Art. 2 Os preços mínimos de que trata esta Portaria são estabelecidos em favor dos produtores.

Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Abaixo a tabela do ANEXO IV.

foto_menor_preco_mapa

As informações são do DOU.
Fonte:http://www.milkpoint.com.br/cadeia-do-leite/giro-lacteo/mapa-estabelece-os-precos-minimos-do-leite-para-201516-95820n.aspx

 

Agricultura quer incluir segmento do leite no programa de exportações

mai 24, 2015   //   de Leite Brasil   //   Blog, Mercado, Notícias, Preços  //  Nenhum Comentário

Plano do governo deve ser anunciado depois da divulgação do Plano Safra

O Plano Nacional de Exportações deve ser lançado até a segunda semana de junho, depois da divulgação do Plano Safra 2015/2016, prevista para o próximo dia 2. O Ministério da Agricultura prepara uma proposta para incluir no projeto o segmento do leite. A exportação do produto brasileiro hoje corresponde a apenas 1% da produção.

Questionada sobre a participação da Agricultura no projeto de exportação, a ministra Kátia Abreu disse que enquanto a produção cresce 5% ao ano o consumo avança apenas 3%. “Precisamos arrumar mercado para esse produto”, disse.

O desenho final do programa de exportação, no entanto, enfrenta o desafio do ajuste fiscal e o impasse quanto ao volume de recursos continua. O Ministério da Fazenda, de um lado, quer diminuir subsídios aos exportadores, o do Desenvolvimento, por outro, quer mais recursos.

O plano reúne um conjunto de medidas para estimular e desburocratizar as exportações. Uma das metas é atingir cerca de 30 países considerados “estratégicos” para as exportações brasileiras. Entre as prioridades do programa estão a concessão de créditos para exportação, a adoção de medidas de facilitação de comércio e a utilização de ferramentas de inteligência comercial.

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Economia-e-Negocios/noticia/2015/05/agricultura-quer-incluir-segmento-do-leite-no-programa-de-exportacoes.html

Após atingir o maior patamar,o preço do leite se mantém alto

set 6, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

O consumidor, que nos últimos meses viu o preço do leite disparar, pode se acostumar a pagar caro pelo produto. Nem a chegada do período chuvoso, que torna os pastos mais fartos, aumenta a produção, e normalmente, barateia o produto, será suficiente para derrubar os preços. A expectativa mais otimista é que, no máximo, o valor pare de subir.

“Chegamos a um patamar de preços em que a tendência é estabilizar, mas acredito que não caia”, diz o diretor executivo do Sindicato da Indústria do Laticínio em Minas Gerais (Silemg), Celso Moreira. “Com a chegada do período chuvoso, a tendência é que os preços se estabilizem em setembro. Depois, pode haver uma leve queda, mas a tendência a curto e médio prazos é que o preço se mantenha no patamar atual”, diz o analista de agronegócio da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Wallinsson Lara.

Neste ano, segundo o Ipead/UFMG, o leite ficou 11,04% mais caro para o consumidor de Belo Horizonte, quase o dobro da inflação, que acumula 5,84% desde janeiro. O valor pago ao produtor subiu ainda mais, 24,2%, de acordo com dados da Faemg.

Lara explica que o aumento de preços se deve, principalmente, ao desequilíbrio entre oferta e demanda. Nos últimos anos, com a melhora do poder aquisitivo da população, o consumo do produto vem crescendo 5,4% ao ano, enquanto a produção sobe 4,6% ao ano. “O aumento de renda incentiva a população a consumir certos produtos, como o leite e seus derivados”, diz.

De acordo com o Silemg, nos últimos dez anos o consumo per capita passou de 125 litros anuais para 180 litros por ano. Apesar da alta, a média ainda é abaixo dos 200 litros por pessoa a cada ano recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Esse aumento de demanda não é exclusividade no Brasil. Nos últimos anos, os chineses também estão bebendo mais leite, o que afetou todo o mercado mundial. Como a demanda é muito grande, os preços subiram. Outro fator que pressionou a alta foi o clima desfavorável em 2012, que elevou os custos do produtor.

Após atingir o maior patamar dos últimos seis anos, o preço do leite está contrariando as expectativas e se mantém alto. Em agosto, o valor pago ao produtor teve a sétima alta mensal consecutiva e, na média, chegou a R$ 1,0861 por litro, conforme o Centro Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USR O maior avanço foi verificado no Rio de Janeiro, onde o litro alcançou R$ 1,1339, alta de 2,1%. Os reajustes já chegam aos consumidores. O produto teve alta de 27,24% nos últimos 12 meses encerrados em julho, conforme o IPCA. No Rio, o avanço no preço do longa vida chegou a 33,25%.

O incremento se deve à demanda alta, à longa entressafra e à desaceleração na produção no Sul por causa do frio.

Em efeito cascata, outros itens do café da manhã passaram a pesar mais: o queijo ficou 5,34% mais caro; o iogurte e as bebidas lácteas subiram 8,48%; e o leite em pó teve reajuste de 17,31%.

– Os preços são mais altos no Rio porque o Estado não tem produção expressiva – diz Paulo Ozaki, analista do Cepea.

A expectativa é que os preços fiquem estáveis até outubro quando a próxima safra, oriunda do Centro-Oeste e do Sudeste, começa a entrar no mercado, afirma Andres Padilla, analista do Rabobank.

 

Preço do leite ao produtor no Brasil é o mais alto

mai 18, 2013   //   de admin   //   Blog, Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

Em tempos de alta dos preços dos lácteos no mundo, o Brasil tornou-se o país com o maior valor em dólar pago ao produtor de leite. À primeira vista, esse poderia ser um motivo de comemoração pelos produtores brasileiros. No entanto, o preço mais alto no país é resultado, em grande parte, da ineficiência no campo, dos custos logísticos elevados e do câmbio valorizado.

É lógico que os preços internacionais em ascensão, uma decorrência da seca na Nova Zelândia – o maior exportador mundial de lácteos -, também exercem influência. O preço mais alto tem outro aspecto negativo: significa menor competitividade do leite brasileiro no mercado internacional, o que torna a balança de lácteos nacional deficitária.

Compilação de preços elaborada pelo Milkpoint, consultoria especializada em lácteos, mostra que, em março passado, o produtor brasileiro recebeu US$ 0,4621 pelo quilo do leite, mais do que todos os outros grandes produtores, como Nova Zelândia, Estados Unidos, Argentina, Uruguai e Europa (ver gráficos). Os dados do Brasil são do Cepea e os demais foram levantados pela consultoria italiana CLAL, especializada em mercado de lácteos.

Um dos principais fatores que encarecem o leite brasileiro quando comparado ao de outros países produtores é a baixa produtividade dos animais em lactação. No Brasil, o rendimento é de apenas aproximadamente 4 litros de leite por animal/dia, ante cerca de 30 litros por dia nos EUA, 22 litros na Europa, 18 litros na Argentina e 15 litros na Nova Zelândia.

O presidente da Leite Brasil, Jorge Rubez, aponta a falta de especialização do rebanho como causa do baixo rendimento médio da atividade no país. “Cerca de 70% do rebanho é não especializado. É uma mistura de tatu com cobra”, brinca o dirigente. Ele afirma que, nas fazendas de leite em que o rebanho é especializado, a produtividade dos animais é semelhante à obtida nos Estados Unidos, por exemplo. Entenda-se por “rebanho especializado” para a produção leiteira bovinos das raças holandesa, girolando, jersey e pardo-suíça.

Para calcular a produtividade média, o IBGE divide a produção de leite pelo número de animais em lactação. Os últimos dados disponíveis, de 2011, mostram uma produção leiteira de 32,09 bilhões de litros para 23,23 milhões de vacas em lactação. Entre esses milhões de animais em lactação, muitos são vacas de raças de corte, não destinadas originalmente à produção de leite, portanto com baixa produtividade.

O presidente da Leite Brasil, entidade que reúne produtores, defende aportes em genética e tecnologia para mudar esse quadro de baixo rendimento na pecuária leiteira do país. A falta de especialização do rebanho também ocorre porque, muitas vezes, a pecuária leiteira não é a atividade principal e não é feita de forma profissional, acrescenta Laércio Barbosa, diretor do Laticínios Jussara.

Na avaliação de Marcelo Pereira de Carvalho, analista do Milkpoint, o modelo de pequeno produtor de leite, que predomina no Brasil, “não é sustentável”. Assim como Rubez, ele defende investimentos em tecnologia e na gestão das propriedades com vistas à profissionalização e o modelo de clusters para produção de leite. “Por que não somos competitivos no leite se somos em outras áreas e temos disponibilidade de capim, grãos e água?”, questiona.

Outra fragilidade brasileira em relação aos demais países produtores são os custos logísticos mais elevados, já que os laticínios podem estar distantes das fazendas fornecedoras de leite. “É o custo Brasil. O frete é caro, a alimentação [dos animais] é dolarizada”, diz Barbosa.

As vicissitudes não param por aí. No Brasil, o custo de manejo acaba sendo superior por conta da mão de obra. Além de maior mecanização, na Nova Zelândia e na Europa, por exemplo, é basicamente a família que trabalha na propriedade produtora de leite, lembra o empresário.

“Temos um problema de base produtiva”, diz Marcelo de Carvalho, do Milkpoint. Ele afirma que o custo de produção do leite no Brasil subiu mais que em outros produtores em decorrência de maiores custos com salários, perdas de vagas na zona rural e alta dos preços da terra por conta da disputa com a cana e os grãos.

Carvalho observa que a avaliação sobre a competitividade da produção não pode levar em conta apenas o volume de leite produzido diariamente pelos animais. A Nova Zelândia, com produção total de 19,7 bilhões de litros no ano passado, tem rendimento por animal menor que Estados Unidos e Argentina, mas o leite que produz tem teores de gordura e proteína mais altos – é “um leite mais rico”, afirma. Comparando-se com o Brasil, que tem produtividade por animal menor, a vantagem neozelandesa é ainda superior.

O analista acrescenta que nem sempre a maior produtividade por vaca significa custos mais baixos ou maior rentabilidade. “Isso depende do sistema de produção. O exemplo mais evidente é a Nova Zelândia, que mesmo com produção por vaca menor, tem custo mais baixo do que os EUA e tem quase 40% do mercado de exportação”, diz Carvalho. O que permite os custos mais baixos é o sistema de produção do país da Oceania, onde os animais são criados a pasto, com forragens de alta qualidade. Já nos EUA, que produziram 90 bilhões de litros de leite em 2012, os animais são confinados e recebem alta suplementação alimentar.

Não bastasse a ineficiência no campo, no ano passado, os produtores de leite sofreram ainda com a alta dos custos de grãos, usados na alimentação do rebanho leiteiro. Os custos mais altos dificultaram a expansão da produção, avalia Rafael Ribeiro, da Scot Consultoria. Estimativas indicam que a produção total de leite no país ficou entre 32,42 bilhões e 32,5 bilhões em 2012, crescimento de apenas 1% sobre 2011.

E, diante da baixa competitividade ante os concorrentes no mercado internacional, o Brasil continua a ampliar as importações de lácteos, deixando para trás a pretensão de se tornar um exportador de peso, cenário que parecia quase realidade há alguns anos. Em 2012, as importações de lácteos subiram 3,6%, para US$ 638 milhões, segundo o Ministério da Agricultura. O déficit na balança do segmento também cresceu: quase 5%, para US$ 518,6 milhões.

Autora: Alda do Amaral Rocha. Fonte: Valor Economico

Carta Leite – Mercado de leite: Panorama no primeiro trimestre de 2013 e perspectivas

mar 28, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

O pico de produção de leite nesta temporada foi registrado em dezembro de 2012. De lá para cá, a oferta está diminuindo nas principais bacias leiteiras.

Segundo o Índice Scot de Captação de Leite, considerando a média nacional, em janeiro, a produção diminuiu 2,4%, frente a dezembro do ano passado. Em fevereiro, os dados parciais apontam para recuo de 3,3% em relação a janeiro.

A concorrência entre os laticínios deu sustentação ao mercado.

No pagamento de fevereiro, referente ao leite entregue em janeiro, o preço ao produtor subiu. Considerando a média nacional, o produtor recebeu R$0,841/l, uma alta de 1,4% em relação ao pagamento anterior. Veja a figura 1.

O preço subiu também no mercado spot e no mercado atacadista de lácteos.

Além da queda na captação, o fim das férias marca a retomada da demanda por lácteos e dá sustentação às cotações.

Para o pagamento de março, 56,0% dos laticínios pesquisados pela Scot Consultoria acreditam em manutenção dos preços e 26,0% acreditam em alta.

O cenário é altista em curto e médio prazos. Outros fatores devem contribuir para o desenho desse quadro, como por exemplo, as recentes altas dos preços dos lácteos no mercado internacional.

No leilão da Fonterra, realizado em 5 de março, o preço médio, considerando todos os produtos lácteos negociados, subiu 10,4%, fechando em US$4.216,00 por tonelada. Foi a sexta alta consecutiva.

O preço do leite em pó integral foi o que mais subiu. Uma alta de 18,0% em relação ao leilão anterior. O preço médio ficou em US$4.298,00 por tonelada (figura 2).

As altas estão fundamentadas na seca que aflige a Nova Zelândia, cuja consequência foi a queda da produção de leite e derivados do país. A Nova Zelândia é a maior exportadora mundial.Em algumas regiões da Nova Zelândia, a produção caiu entre 15% e 20% em fevereiro, segundo informações do governo neozelandês.

Considerações finais

A perspectiva é que com a captação de leite em queda o mercado ganhe força.

A alta de preços dos lácteos no mercado internacional deve impactar negativamente nas importações de lácteos feitas pelo Brasil, o que é favorável para o mercado interno.

Do lado das exportações brasileiras, não são esperadas mudanças significativas em curto e médio prazo. Apesar da recuperação dos preços lá fora, questões como o câmbio e mercado restrito inibem os embarques brasileiros.

Caso a situação na Oceania se agrave e se estenda, o Brasil poderá exportar mais, como foi em 2007 e 2008.

Colaborou Rafael Ribeiro pesquisadora Scot Consultoria.

Fonte: http://www.scotconsultoria.com.br/noticias/cartas/29340/carta-leite—mercado-de-leite:-panorama-no-primeiro-trimestre-de-2013-e-perspectivas.htm

Boletim do Leite – CEPEA

nov 21, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias, Preços  //  Nenhum Comentário

Uma publicação do CEPEA – ESALQ/USP

Ano 18 – Nº 212 – Outubro de 2012

CEPEA/LEITE: Mercado reverte quedas e estabiliza-se em agosto

set 5, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

Cepea, 31 – Pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apontam que o preço médio recebido pelo produtor se manteve praticamente estável frente a julho, conforme esperavam os agentes de mercado. Em agosto, o valor líquido foi de R$ 0,7872/litro, ligeira alta de 0,8% frente ao mês anterior – o preço médio bruto (inclusos frete e impostos) foi de R$ 0,8547/litro. Esses valores representam as médias dos estados de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA ponderadas por suas respectivas produções.

No mês de julho, o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-Leite) registrou avanço de 7% na região Sul. Houve aumento em torno de 9% no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e de 2,7% no Paraná. Na média ponderada dos mesmos sete estados, o Índice avançou 2,7% sobre junho, atingindo nível 7,9% maior que o do mesmo mês de 2011. Pesquisadores do Cepea, no entanto, ressaltam que, naquele período, a safra na região Sul havia diminuído em função de adversidades climáticas, o que justifica o expressivo aumento anual. De modo geral, agentes do setor afirmam que não há excedente de oferta de leite. Apesar da maior produção sulista, a captação de leite diminuiu nas demais regiões do País, tendo em vista a entressafra, agravada, na região Nordeste, pela forte estiagem.

Pesquisadores do Cepea avaliam que o cenário atual é crítico tanto para os produtores quanto para as indústrias. Pesquisas do Centro mostram que os custos de produção de leite continuam avançando com a alta do milho e do farelo de soja, e não há expectativa de melhora desse quadro no curto prazo para o pecuarista leiteiro. Isso tem agravado o endividamento desses produtores e tende a reduzir os investimentos na atividade. Quanto aos preços que têm recebido, estão 2% inferiores (em termos nominais) aos de agosto/11, observam os pesquisadores.

Fonte: Ana Paula Silva Ponchio – Comunicação Cepea – www.cepea.esalq.usp.br – (19) 3429 8837 / 3429 8836

Aumento de custos deve elevar preço do leite em 6%

set 1, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias, Preços  //  Nenhum Comentário

A recente alta de 25% no preço dos insumos utilizados pela pecuária leiteira, em especial na ração animal, devido ao aumento das cotações das commodities no mercado exterior, deve elevar o preço do leite para o consumidor final brasileiro em cerca de 6%, nos próximos 30 ou 60 dias. É o que prevê o presidente da Comissão Técnica de Pecuária de Leite da Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Faerj), Ricardo Bastos.

Segundo Bastos, o custo de produção está defasado entre 5% e 6% em relação ao recebimento do leite. “Como a cadeia vai passo a passo, o produtor hoje está com 6% de prejuízo”, indicou. Ele prevê que, agora, para buscar o equilíbrio, os produtores vão reduzir a quantidade de insumos usados na atividade e também a produção até encontrar uma estabilidade. “Com essa queda de produção, o laticínio, como precisa de leite, tem que ter um adicional para conseguir mais leite. Isso é um (efeito) dominó. Por isso, é que leva entre 30 e 60 dias para chegar ao consumidor final”, explicou.

Bastos acredita que o impacto dos insumos no preço do leite pode ser atenuado por meio da liberação, pelo governo, dos estoques de milho, de soja e de farelo de soja, que são os principais insumos da produção. Ele lembrou que o setor produtor leiteiro já sofreu um aumento de mão de obra, que incide sobre o custo de produção em até 15%, enquanto o peso dos insumos é bem maior, da ordem de 40%. “Então, quando aumenta o insumo, isso reflete diretamente no custo de produção”.
Historicamente, quando o preço da soja e do milho estão bem, a tendência é aumentar a área de plantio, conforme Bastos. “Aumentando a área de plantio, aumenta a oferta e, consequentemente, cai o preço lá na frente”. Ele espera que esse movimento se repita no Brasil para que o preço ao consumidor possa diminuir.

O diretor da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Francisco Vilela, concorda que a situação da pecuária leiteira no Brasil pode ter algum efeito para o consumidor final. Ele acredita, porém, que o cenário de alta do preço para o consumidor pode ser revertido, “mas só no ano que vem”. Vilela lembrou que a safra brasileira já está colhida e a safra americana, que seria colhida em setembro/outubro, “está frustrada” devido à seca nos Estados Unidos. “Então, este ano, não tem mais produto, não tem mais safra. Só no ano que vem”.

Com isso, tal cenário pode gerar aumento de custo para o produtor, com reflexo no consumidor final. Segundo Vilela, além de financiar a retenção de matrizes para evitar que os produtores as vendam e tornem, assim, esse efeito de alta permanente, o governo poderia ainda suspender a importação de produtos lácteos. “Isso faz com que o mercado aqui reaja”.

Fonte: Agência Brasil

Hora do Leite – Campo Grande / MS

set 1, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

Câmara Setorial do Leite  promove Hora do leite dia 14 de setembro no Sindicato Rural.

No dia 14 de setembro, a partir das 9 horas, acontece na sede do Sindicato Rural de Campo Grande um encontro que vai tratar das ações que envolvem todos os elos da cadeia produtiva do leite. Intitulado “Hora do Leite”, o evento promovido pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite, vai contar com a participação do presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite, Rodrigo Alvin, e do Coordenador da Câmara Temática de Leite da OCB, Vicente Nogueira.

O evento, que será realizado das 09 às 12 horas, conta com a seguinte programação:
– Apresentação dos Principais pontos do Plano de Desenvolvimento (PDI);
– Lançamento do Canal de Comunicação: Fale do Leite;
– Debate sobre a Importação de Leite e Derivados.

Sendo que às 14 horas, será realizada a reunião do Conseleite.

Vale a pena tirar leite com qualidade?

abr 15, 2012   //   de admin   //   Blog, Blog, Preços, Qualidade  //  Nenhum Comentário

Programa Desenvolve Produtor LBR

PROGRAMA DESENVOLVE PRODUTOR LBR

Concurso
LBR DE SÓLIDOS DO LEITE
Máxima qualidade. Múltiplos prêmios.

O Concurso LBR de Sólido do Leite é uma ação que incentiva produtores a adotarem técnicas de produção, com objetivo de aumentar os componentes sólidos do leite e, por consequência, a melhoria da qualidade.

Todos os produtores que, no mês, entregarem uma média de CBT máxima de 100mil UFC/ml e CCS máxima de 400 mil células/ml.

Premiação mensal:
1 cesta de produtos LBR
1 Kit com 5 doses de sêmen

Premiação anual:
1º Lugar: uma televisão de 42 polegadas
2º Lugar: um notebook
3º Lugar: um aparelho microsystem

Importação de lácteos ameaça reajustes ao produtor

abr 10, 2012   //   de admin   //   Blog, Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

Em março pecuarista recebeu mais pelo litro de leite

O preço do leite pago ao produtor aumentou 2% em março, referente à produção de fevereiro. O aumento equivale a R$ 1,7 centavos por litro.
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Clima e o mercado do leite

abr 10, 2012   //   de admin   //   Blog, Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário
O final de 2011 e primeiras semanas de janeiro foram marcadas pela estiagem no Sul e fortes chuvas no Sudeste do país.

Nestes lugares, o clima afetou negativamente a produção, mas de forma localizada, já que na média a produção aumentou no país em dezembro.
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