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Identificador de substâncias tóxicas no leite

mai 25, 2015   //   de Leite Brasil   //   Blog, Mercado, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário

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Joana Meneguzzo Pasquali, vencedora na categoria Ensino Médio do Prêmio Jovem Cientista – ANDRE COELHO / Agência O Globo

Uma fita feita com filtro de coar café embebida em reagentes químicos que mostra a presença de substâncias tóxicas no leite em apenas um minuto. Com esta invenção simples e barata, já que cada kit sai ao preço de R$ 4,31, Joana Meneguzzo Pasquali, de 17 anos, ganhou o prêmio Jovem Cientista, na categoria estudante do ensino médio. O anúncio dos vencedores foi feito nesta quinta-feira em Brasília, na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Em sua 28ª edição, a premiação abordou o tema segurança alimentar e nutricional.

A primeira colocada na categoria mestre e doutor, Bárbara Rita Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP), está na Espanha, mas participou da cerimônia por videoncoferência. Ela falou sobre o seu estudo vencedor, que mostrou o impacto positivo da ingestão diária de uma uma castanha-do-brasil entre idosos com dificuldades cognitivas. Ao final dos experimentos, os testes indicaram mudanças positivas na fluência verbal e capacidade de raciocínio do grupo testado.

O projeto vencedor na categoria estudante do ensino superior surgiu de uma inquietação do aluno de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Deloan Edberto Mattos Perini, ao passar por tantos loteamentos vazios na cidade gaúcha de Erechim. Ele bolou um plano de agricultura urbana de acordo com as necessidades do município, dentro dos 13.500 metros quadrados identificados, de onde poderão sair 60 mil quilos de alimentos por mês.

Esteve presente na cerimônia a segunda colocada na categoria mestre e doutor, Camila Maranha Paes de Carvalho, que desenvolveu na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) uma proposta de avaliação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) para municípios fluminenses. Camila, assim como os outros agraciados, falaram da importância de buscar soluções para os problemas do país por meio da ciência.

A inventora do identificador de substâncias tóxicas no leite, batizado de Detectox, se inspirou em casos de adulteração da bebida, inclusive as de marca renomadas, noticiados desde o ano passado.

– Esses casos de contaminação atingiram de forma muito forte a minha região. Então eu resolvi buscar conhecimentos, procurei ajuda de professores, estudei alguns conteúdos de química que eu não sabia, para desenvolver um marcador de três tipos de substâncias tóxicas: formol, soda cáustica e amidos – conta Joana.

Com a fita na mão, ela explica que se trata ainda de um protótipo. Diz que precisa fazer ajustes e aperfeiçoamentos antes de pensar em produzir o Detectox em escala industrial. Ano passado, quando fez o projeto, Joana estudava no Colégio Mutirão, em São Marcos (RS), uma escola privada sem fins lucrativos, onde cursava o 3º ano do ensino médio. Agora, faz Engenharia de Materiais na Universidade de Caxias do Sul.

Para o presidente do CNPq, Hernán Cháimovich, a segurança alimentar e nutricional, tema da edição atual do prêmio, é abrangente e perpassa os direitos mais básicos das pessoas. Ele destaca que os projetos de pesquisa, ao se debruçarem sobre o assunto, contribuem na busca do bem-estar da população para uma vida produtiva.

– Todos os brasileiros têm direito ao alimento que seja suficiente para uma vida salutar e que seja seguro. Nós não podemos ter mais brasileiros que não sabem se e quando terão acesso a alimento – afirmou Hernán.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/estudante-ganha-premio-jovem-cientista-com-fita-que-identifica-substancias-toxicas-no-leite-16222785#ixzz3atbGd2gk

Visite Polo do Leite em: http://polodoleite.com.br/?xg_source=msg_mes_network

12 regras de ouro para ordenha

jun 10, 2013   //   de admin   //   Blog, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário
1. Monitore regularmente
a saúde do úbere
2. Ordem da ordenha 3. Tetos e extremidades dos tetos limpos 4. Sempre retire um primeiro jato de leite
12 regras de ouro para ordenha, passo 1 12 regras de ouro para ordenha, passo 2 12 regras de ouro para ordenha, passo 4 12 regras de ouro para ordenha, passo 3
– Verifique regularmente toda
saúde do úbere
e qualidade do leite
informações fornecidas
pelo laticínio,
organizações de teste oficial, clínicas veterinárias e em testes da fazenda usando o contador de células DeLaval
(DCC) ou o Califórnia Mastite Teste (CMT). 

– Desenvolva referências para cada vaca e rebanho para ajudar no monitoramento
de mudanças que podem ocorrer.

– Independentemente do sistema de alojamento ou tamanho do rebanho, ordenhe primeiramente as novilhas, depois as vacas recém-paridas e em seguida o rebanho principal. 

– Ordenhe as vacas doentes por último e em seguida lave e higienize o sistema de ordenha.

– Para controlar a mastite e produzir leite de alta qualidade, é preciso que as vacas tenham os tetos limpos e secos quando as unidades são acopladas. Limpe cada teto e extremidade do teto com materiais aprovados. Seque cada teto usando papel descartável ou toalhas de pano, uma por vaca. Se forem utilizadas toalhas de pano, elas devem ser lavadas e secas antes de serem reutilizadas. – Retire 2 a 3 jatos de colostro e examine-o. Em instalações em sala de ordenha e baia de laço use uma caneca com peneira. Lave o chão da sala de ordenha antes da entrada do grupo de vacas seguinte. 

– O colostro fornece um sinal importante para iniciar a ejeção do leite e fornece uma oportunidade para detectar e evitar a entrada de leite anormal no tanque.

Nunca comece o procedimento da ordenha com a limpeza dos tetos! O resultado é que os germes do canal da teta se moverão mais para dentro do úbere. Sempre comece com o colostro

Durante a ordenha

5. Verifique o sistema da ordenha 6. Acople o conjunto da ordenha no momento adequado 7. Evite a sobreordenha 8. Garanta a remoção adequada do conjunto de ordenha
12 regras de ouro para ordenha, passo 5 12 regras de ouro para ordenha, passo 6 12 regras de ouro para ordenha, passo 7 12 regras de ouro para ordenha, passo 12
– Selecione um nível de vácuo e sistema de pulsação apropriados para a fazenda e faça a instalação de acordo com as especificações da DeLaval. 

– Sempre verifique o nível de vácuo no início de cada ordenha.

 

– As unidades de ordenha devem ser acopladas dentro de 60 a 90 segundos de todos os procedimentos de preparação da teta. 

– Minimize entradas de ar durante o acoplamento do conjunto de ordenha.

– Ajuste o conjunto de ordenha de forma que esteja equilibrado entre a parte da frente e a de trás, e entre os lados, sem torção.

 

– A sobreordenha é considerada como causa principal da hiperqueratose da extremidade do teto. Quando o úbere tiver sido esvaziado satisfatoriamente, a unidade de ordenha deve ser removida. Isso pode ser detectado por observação manual ou, em sistemas com ACRs, permitindo que os sensores de fluxo detectem o fluxo baixo e direcionem a remoção automática do conjunto de ordenha. Sistemas de ordenha controlados pelo fluxo fornecem uma indicação visual quando for obtido fluxo baixo. – Quando a ordenha estiver concluída, o vácuo para o conjunto de ordenha pode ser desligado manual ou automaticamente. Deixe que o vácuo do coletor abaixe completamente antes de retirar a unidade. NÃO comprima o úbere nem puxe as unidades de ordenha, pois isso pode levar à entrada de ar na teteira, o que tem sido relacionado a novos casos de mastite. 

 

 

Após a ordenha

9. Higienize os tetos após cada ordenha 10. Limpe o equipamento de ordenha imediatamente após a ordenha 11. Resfrie o leite adequadamente 12. Monitore regularmente a qualidade do leite e do equipamento de ordenha, assim como os dados sobre o desempenho da ordenha.
imersão do teto 12 regras de ouro para ordenha, passo 10 12 regras de ouro para ordenha, passo 11 12 regras de ouro para ordenha, passo 12
– Assim que possível após a remoção da unidade, faça a higienização de cada teto com um banho pós-ordenha ou pulverização do teto aprovados. Este é o procedimento mais eficaz para evitar que organismos contagiosos de mastite se disseminem entre as vacas. 

 

– Limpe as superfícies exteriores do sistema de ordenha. 

– Após cada uso, enxágue e limpe, manual ou automaticamente, todos os componentes do sistema usando produtos adequados na temperatura apropriada. Deixe que o sistema seque.

– Quando necessário, higienize o sistema antes da ordenha seguinte usando higienizadores na diluição adequada.

– Verifique as temperaturas de resfriamento para certificar-se de que estão sendo alcançadas temperaturas adequadas durante e depois de cada ordenha. 

– Temperaturas de refrigeração adequadas diminuem imensamente ou paralisam o crescimento da maioria das bactérias.

 

 

– Analise regularmente todas as informações sobre qualidade do leite, composição do leite e desempenho do centro de ordenha e compare-as com dados históricos. 

– Substitua as teteiras e artigos de borracha de acordo com as recomendações. Artigos de borracha antigos apresentam rachaduras e se tornam porosos, o que influencia no desempenho da ordenha e aumenta o risco de acúmulo de terra e bactérias. Tais problemas podem levar a aumento da duração da ordenha e a aumento de contagem de bactérias.

– Faça a manutenção regular do sistema de ordenha completo, de acordo com as recomendações da DeLaval.

 

Fonte: http://www.delaval.com.br/-/Dairy-knowledge-and-advice/12-golden-rules-for-milking/#.UbKLIbh5gKw.facebook

75ª Expogrande 2013

mar 31, 2013   //   de admin   //   Blog, Eventos, Genética, Girolando, Leilões, Notícias, Palestras, Qualidade  //  Nenhum Comentário

75º Expogrande 2013
Programação

TORNEIO LEITEIRO
De 11 a 12/04 – Entrada dos animais do Torneio Leiteiro.

De 14 a 17/04 – Torneio
Esgota dia 14/04 – às 14:00 hs
Ordenhas – 22:00 / 06:00 / 14:00 hs
Final – 17/04 – 14:00 hs (última ordenha)

Dia 16/04 – Entrada dos animais para Julgamento, Pavilhões e Leilões.

Dia 17/04 – HORA DO LEITE
Das 08:00 as 09:00 hs
Palestra : Seleção e acasalamento de matrizes leiteiras.
Palestrante: Guilherme Marquez de Rezende
Eng. Agrônomo
Especialista em Pecuária de Leite pela FAZU, REAHGRO e ABCZ
Gerente de Produto Leite Nacional da Alta Genetics
Conselheiro da Associação Brasileira de Criadores de Girolando

Das 09:00 as 10:00 hs
Palestra : Evolução Genética da Raça Girolando.
Palestrante: Dagmar A. Rezende Ferreira
Médico Veterinário
Inspetor Técnico da Associação Nacional da Raça Girolando – ETR/MS

Das 10:00 as 11:00 hs
Palestra: O Mercado do Leite no Mato Grosso do Sul.
Palestrante: Ronan R. de S. Salgueiro
Coordenador da Câmara Setorial do Leite de Mato Grosso do Sul
Vice Presidente do Núcleo Girolando MS

Das 11:00 as 12:00 hs
Palestra: Tradição com Inovação – Sistema de Ensilagem em fardos.
Palestrante: Daniela Guimarães
Diretora Administrativa da Silozam Silagens

Dia 19/04 – JULGAMENTO RANQUEADO GIROLANDO
A partir das 07:00 hs
Dia 20/04 – PREMIAÇÃO E LEILÃO
08:00 hs – Desfile dos animais premiados / Banho de Leite / Premiações
18:00 hs – 17º Leilão Fazendão e Convidados NCGMS

VALORES
Argolas
Sócio do Núcleo – R$ 50,00
Não Sócio – R$ 70,00

Taxa Inscrição Pista de Julgamento
Sócio do Núcleo – R$ 30,00
Não Sócio – R$ 50,00
* Poderão participar da pista de julgamento somente animais Livro Fechado.

Taxa Inscrição Torneio Leiteiro
Sócio do Núcleo – R$ 50,00
Não Sócio – R$ 70,00
* Poderão participar do Torneio Leiteiro animais 1/4, 1/2, 3/4 e 5/8 Livro Aberto e Fechado.

Frete
Sócio do Núcleo – 100 km rodado ( a 1,50 o km )
Não Sócio – por conta do criador

Silagem
Sócio do Núcleo – Precisamos saber a quantidade de animais para calcular o valor a ser subsidiado
Não Sócio – por conta do criador

As inscrições deverão ser feitas até o dia 10/04/2013.

Importante: Não será permitido durante a feira a armação de barracas e lonas entre os pavilhões. O dormitório dos tratadores será reformado, inclusive com instalação de ar condicionado e presença constante de guarda de segurança.

Será confeccionada uma carteirinha para cada funcionário que utilizará o dormitório, por isso solicitamos aos criadores a listagem dos funcionários que participarão da exposição.

Para se associar ao Núcleo Girolando de MS entre em contato com a Edneia nos telefones :
(67) 3342-8742 / 9906-1063.

Contamos com a colaboração e o empenho de todos para realizarmos uma bela exposição.

Vamos lotar a Expogrande de animais, criadores e representantes da raça, afim de comemorarmos juntos a grande a evolução do Girolando no estado do Mato Grosso do Sul.

Comparativos de Touros para produzir o Girolando

mar 31, 2013   //   de admin   //   Blog, Genética, Girolando, Qualidade  //  2 Comentário

 

Touro BRAXTON da SELECT SIRES DO BRASIL segue como líder mundial para TIPO
http://www.selectsires.com.br/produto.php?id=103

A SELECT SIRES segue como líder para TIPO na raça Holandês conforme a liberação das últimas provas genéticas, nos Estados Unidos. No sumário de avaliações genéticas divulgado em abril, o touro 7HO9165 BRAXTON segue como número 1 da raça entre os touros provados. 7HO9165 BRAXTON é superior em todos os compostos, como composto de úbere (+2.69), composto de pernas e pés (+3.00), composto corporal (+ 4.36) e composto leiteiro (+3.48). Conforme o gerente técnico da SELECT SIRES DO BRASIL, Felipe Escobar, as primeiras filhas de 7HO9165 BRAXTON já nasceram no Brasil e confirmam o que se encontra nos EUA, isto é, apresentam o TIPO vencedor de exposições. “7HO9165 BRAXTON é uma rara combinação de top para Tipo com PTA elevado para leite (+1.055)”, evidenciou.

Touro número 1 da raça : Picston Shottle, ou simplesmente, SHOTTLE.
http://www.abspecplan.com.br/?modulos/abs_produtos/ver:625

Um touro com muita firmeza em sua prova, com mais de 20.000 filhas provadas e mesmo assim com excelentes desvios para as características mais desejáveis em uma vaca leiteira: muita força, excelente úbere e pernas excepcionais. Em resumo, um touro que pode ser utilizado em qualquer rebanho sem muitas ressalvas. Atualmente SHOTTLE é muito utilizado como pai de touros no mundo inteiro, graças à excelente performance de seus filhos na moderna prova de genoma.

Sua linhagem MTOTO X AEROSTAR escapa um pouco das populares linhagens de DURHAM, HERSHEL e principalmente MARSHALL atualmente muito utilizadas, o que resulta em uma excelente opção sem muitas limitações de uso. Logicamente que touros como este tem um custo diferenciado, mas mesmo assim, seus produtos acabam compensando o investimento, principalmente se pensarmos em transferência de embriões ou inseminação de novilhas, as quais têm uma taxa de concepção maior que as vacas.

Touro: SHOTTLE
Pai: Carol Prelude Mtoto
Mãe: Condon Aero Sharon EX-91 35*
4-0 305 16,051kg 4.0 % G 684 kg G 3.4 P 545 kg P
Avó Materna: Condon Inspiration Sally VG87
6-1 324 11934kg 4.0 %G 479 kg G 3.2 %P 380 kg P
Bisavó Materna: Condon Commissioner Sally VG85
Empresa: ABS Pecplan – www.abspecplan.com.br
JAYVEN
7HO9441
7HO9441 STOUDER JAYVEN-ET
Registro: 7HO9441

http://www.selectsires.com.br/produto.php?id=231

Uma nova alternativa para fazer silagem na sua propriedade

mar 28, 2013   //   de admin   //   Blog, Gestão, Notícias, Qualidade  //  2 Comentário

“SILAGE EXPRESS” Prestação de serviços de Ensilagem em Fardos

Neste sistema , da colheita à ensilagem em fardos, os serviços são prestados por profissionais qualificados e equipamentos de alta tecnologia, proporcionando ao criador uma forma de armazenamento prática , onde o aproveitamento da silagem é total, além da manutenção da estabilidade aeróbica , redução de perda de matéria seca e excelente fermentação láctica .

Como resultado final: A MÁXIMA NUTRIÇÃO PARA O SEU REBANHO PRODUZIR MAIS.

Prepare-se para o período da seca! Ainda temos disponibilidade para os meses de abril e maio/2013.
(67) 3028-7911 / 9266-3740

Capacitação do Leite Legal vai reunir representantes de 26 estados

mar 28, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário


A primeira capacitação do Leite Legal – Programa Produção de Leite de Qualidade, uma parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e do Sebrae Nacional, vai contar com a participação de dois representantes de 26 estados. O treinamento começa nesta segunda-feira, 25/03, na sede do Sistema CNA/SENAR, em Brasília.

Destinado a gestores e multiplicadores, o curso terá 16 horas de duração e vai mostrar, entre outros conteúdos, como o programa funciona, os materiais que devem ser utilizados e como os conhecimentos serão repassados para os produtores. Também será feito um nivelamento técnico dos instrutores em relação à Instrução Normativa nº 62/2011 – que define novos padrões de qualidade para o leite.

Segundo a coordenadora da Área de Projetos e Programas Nacionais do Departamento de Educação Profissional e Promoção Social (DEPPS), Patrícia Machado, a parte administrativa do Leite Legal é outro tema previsto na programação. Os participantes receberão orientações sobre como os recursos serão repassados e de que forma eles deverão prestar contas.

“Essa á e primeira ação do projeto. Vamos preparar as regionais para que elas possam se estruturar e colocar a iniciativa em prática. A nossa expectativa é que a partir de maio os técnicos já possam ir a campo”, declara ela.

O Leite Legal – Programa Produção de Leite de Qualidade vai capacitar produtores rurais com foco na produção do leite dentro dos novos parâmetros para Contagem Bacteriana Total (CBT) e Contagem de Células Somáticas (CCS) estabelecidos pela IN 62. Num período de dois anos, o SENAR vai capacitar 81 mil propriedades por meio de treinamento teórico com carga horária de 16 horas/aula e visitas técnicas, formando em todo Brasil 5.400 turmas.

Assessoria de Comunicação do SENAR
(61) 2109-4141/4128
www.canaldoprodutor.com.br

Projeto Piloto “ Qualidade do leite – Terenos/MS”

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Gestão, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário

Um grupo de pequenos produtores de leite da região do município de Terenos, em Mato Grosso do Sul, mostra como pequenas mudanças de hábitos e práticas podem melhorar substancialmente a qualidade e o volume do produto. Depois de 20 anos de trabalho, sem praticamente nenhum retorno financeiro e muitos já pensando até em abandonar o campo, liderados pela produtora Lucílha de Almeida, eles organizaram um grupo disposto a fazer as mudanças necessárias a fim de garantir as melhorias que proporcionariam um melhor rendimento da atividade.

“Inúmeras vezes procuramos os laticínios e sempre ouvimos que eles não poderiam pagar mais porque a qualidade do nosso leite era ruim, que tinha muita bactéria , pouca gordura…E diante disso nunca conseguimos passar dos 60 centavos por litro de leite produzido”, conta Lucília. O valor pago mal dava para arcar com os custos da produção.

Quarenta produtores decidiram, com o incentivo do laticínio BRF Brasil Foods que lançou o desafio, mudar o rumo dessa história e propuseram um desafio ao laticínio , comprador da produção leiteira da região. “Iríamos em busca das melhorias mas queríamos a garantia de melhores preços pelo nosso produto”, diz Lucílha, que partiu em busca de parcerias e cursos para esse grupo. O gerente regional da empresa, Jeferson Farias, explica que “sempre que o produtor é desafiado, a resposta é positiva”.

Uma das produtoras, que também é zootecnista, Carlinda Maria Oliveira da Silva, foi pessoalmente a cada uma das 40 propriedades envolvidas no projeto para fazer um diagnóstico da situação. “Não encontrei resistência por parte dos produtores porque todos já estavam no fundo do poço, prestes a abandonar a produção.” De posse dessas informações, o próximo passo foram os cursos de qualidade do leite, manejo do gado, alimentação e higienização, oferecidos pelo Senar, através da intermediação da Secretária da Seprotur, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. O passo seguinte foi conseguir os 8 resfriadores, que atendem o grupo, através de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Terenos.

Quatro meses depois, o grupo começa a colher os frutos da iniciativa. A produção subiu de 40 para 80 mil litros/mês e, muitos deles, já começam a receber em dezembro a bonificação pela qualidade do leite. A quantidade de bactérias toleradas no leite, denominada contagem bacteriana total (CBT), que tem como limite total de 100 mil, por mililitro de leite chegou a 5 mil e a contagem de células somáticas (CCS) no leite, que indica o estado sanitário do úbere, que não pode ultrapassar os 400 mil células/litro , está em 23 mil em alguns tanques.

A receita, segundo a organizadora do grupo , é muito simples. “Muita água e sabão para garantir a total higiene e evitar qualquer tipo de contaminação, uma boa alimentação conseguida através do sal de qualidade que passou a nos garantir mais gordura e proteína. E isso tudo com a mesma estrutura que já tínhamos.” Lucílha conta ainda que muitos produtores ainda trabalham de forma bem rústica, com ordenha manual, mangueiro descoberto, o que exige ainda mais cuidados com a higiene. Um dos produtores que mais foi bonificado não tem estrutura nenhuma para ordenha, mas foi o que mais mostrou qualidade com higiene, manejo correto e boa alimentação. Era o grito de liberdade que estava entalado na garganta há mais de 20 anos, a “carta de alforria” como diz Lucília.

Hoje, já recebendo pagamento com valores diferenciados o grupo comemora a conquista e mostra promover o desenvolvimento com pequenas mudanças. Produzindo o dobro de volume de quando começaram o projeto de melhoria, eles afirmam que podem triplicar a produção, sem perder ofoco na qualidade. “Desde que começamos as boas práticas, o leite vem sendo testado mensalmente e estamos conseguindo manter o padrão que o laticínio nos exigia para garantir a melhoria no nosso preço”, comemora Lucílha.

“Desde o lançamento do Programa Leite Forteestamos tentando fomentar o segmento do leite do estado. Várias ações estão sendo desenvolvidas simultaneamente mas essa, em especial, tem uma importância relevante porque veio da base, partiu dos próprios produtores, da união deles, da vontade de fazer certo. O resultado não poderia ser diferente”, comemora a Secretária de Produção, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias.

Jeferson farias, da BRF Brasil Foods, explica que esse pagamento diferenciado era feito em forma de bonificação mas que agora será implantado o Programa Pagamento por Qualidade, que tanto pagará mais pelo leite de boa qualidade quanto descontará valores daqueles que não atingirem o padrão desejado pela empresa. “Temos uma grande responsabilidade. Há cerca de um mês estamos produzindo na nossa planta aqui de Terenos o queijo mussarela Sadia para o abastecimento do mercado brasileiro. Isso faz com que tenhamos uma preocupação muito grande com a qualidade. Daqui pra frente só podemos melhorar”. Hoje 50 por cento do leite processado na empresa é proveniente de tanques comunitários do estado.

Muitos dos que pensavam em abandonar a produção, hoje pensam é em investir em melhorias da infra estrutura da produção leiteira. Para Lucília, o grupo quebrou a barreira que os eparava do bom desempenho e hoje só pensa em compartilhar essa experiência com os demais produtores de leite. E Jeferson arremata, “o produtor só se sente estimulado a produzir mais e melhor quando você paga melhor pelo produto dele. É nisso que acreditamos.”

A Secretária da Seprotur, Tereza Cristina, garante que a partir de agora “ o grande desafio será replicar esse projeto em vários grupos de produtores, principalmente nos 17 municípios escolhidos para alavancar o Programa leite Forte. Essa ação bem sucedida dá novo ânimo aos que abraçaram essa causa e serve de exemplo para os que ainda enfrentaram esse desafio em busca de melhoria na qualidade da produção leiteira”, conclui.

LEITE FORTE

Os 40 produtores que fazem parte desse projeto piloto vão receber assistência de um técnico capacitado pelo programa Leite Forte, que vai oferecer assistência técnica sobre manejo nutricional, melhoramento genético e gestão financeira de propriedade, aumentando assim a quantidade e a qualidade do leite produzido por eles.

O projeto Leite Forte tem como objetivo desenvolver a Bacia Leiteira na região central de Mato Grosso do Sul. O Leite Forte ainda prevê ao longo de três anos qualificar 1.500 produtores em 17 municípios, praticamente dobrando produção/qualidade na Região Central do Estado com a inclusão de assistência técnica efetiva e contínua, com investimento dos parceiros e produtores de cerca de R$ 70 milhões incrementando a atividade em R$ 175 milhões ao longo deste período.

SERVIÇO

O lançamento do Projeto Piloto “ Qualidade do leite – Terenos/MS” será no próximo sábado (09.03) no Ginásio de Esportes P.A. Patagônia. Além de mostrar os resultados positivos da união dos produtores de leite da região, serão debatidos temas ligados à produção leiteira.

Fonte: Rural Centro

Mapa mental da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 62

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário

O mapa mental é uma técnica gráfica que organiza as ideias por meio de palavras-chaves, cores e ilustrações, em uma estrutura que parte de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas a ele. Assim, eles também podem ser utilizados para organizar legislações e favorecer a busca e o acesso às informações. Este trabalho foi idealizado para facilitar o entendimento e acesso à INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 62, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2011 por profissionais da área e os demais interessados, permitindo a recuperação das informações de forma rápida e fácil, numa mesma página.

A consulta das legislações, tanto nacionais quanto internacionais, deve ser de livre acesso para que ocorra transparência nos mercados. O propósito de promover a manipulação das leis partiu da necessidade em atender aos requisitos legais nos processo de implementação de normas de qualidade. Sabe-se que tanto produtores, quanto profissionais e estudantes precisam ter contato com esse material para desenvolver suas atividades adequadamente.

Os arquivos podem ser baixados e salvos, basta clicar.

Acesse http://www.ceresqualidade.com.br/IN62/ para interagir com o mapa mental!

Boa diversão!!!

O trabalho foi concebido em parceria com o Med. Vet Thiago Canfield Bonafini (thiagobonafiniMV@gmail.com)

Fonte: Milkpoint

Dengosa Wildman vence Torneio da Feileite 2012

nov 23, 2012   //   de admin   //   Blog, Eventos, Genética, Girolando, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário

O 2º Torneiro Leiteiro Interestadual de Girolando terminou na tarde desta quinta-feira na Feileite 2012, na capital paulista.

 Na categoria Vaca, o primeiro lugar ficou com a ¾ Dengosa Wildman TE Tannus, pertencente ao expositor Délcio Vieira Tannus. Ela produziu 301,790 kg/leite nos três dias de competição, atingindo média diária de 100,597 kg/leite. Com esse desempenho, Dengosa conquistou o grande campeonato do Torneiro Leiteiro da raça Girolando na Feileite 2012.

A segunda colocada foi ½ Demasia JM Monte Alverne, com produção total de 233,720 kg/leite e média de 77,907 kg/l. Demasia pertence ao expositor Jorge Luís Pereira de Souza.

Entre as fêmeas ¼, a vencedora foi Mineira Teatro FIV RPM da Santo Antônio, do expositor Humberto Renato Ferreira. A produção total foi de 161,710 kg/l e a média foi de 53,903 kg/l.

Na categoria Novilha, venceu a ½ sangue 884 Abelha Fiv LR da Cachoeira, com produção de 166,840 kg/l e média de 55,613.

Na segunda colocação ficou a ¾ sangue 791 Bolton LR da Cachoeira, com produção total de 165,060 kg/l e média de 55,020. As duas novilhas pertencem a Luciano Martins Andrade.

Entre as ¼ de sangue, quem venceu foi Alicia Radar DLS Pantanal, pertencente ao criador Denilson Lima de Souza.

Ela produziu 129,300 kg/l no total e obteve média de 43,100 kg/l.

Entre as novilhas 5/8, a vitória ficou com Bacana HHF FIV do Conde, fêmea do plantel de Márcio Barretto Ribeiro, cuja produção total foi de147,840 kg/l e a média 49,280 kg/l.

Vantagens ou Prejuízos do uso contínuo do hormônio ocitocina em vacas leiteiras.

out 31, 2012   //   de admin   //   Blog, Gestão, Mercado, Palestras, Qualidade  //  2 Comentário

O 2º Fórum do Zebu Leiteiro integrou a programação técnica da Megaleite 2012 e promoveu um debate vigoroso entre técnicos, pesquisadores, criadores, produtores de leite, representantes de empresas privadas e de entidades do setor, sobre as vantagens ou prejuízos do uso contínuo do hormônio ocitocina em vacas leiteiras.

Os integrantes da mesa foram os pesquisadores João Alberto Negrão (FZEA/USP-Pirassununga, SP) e Ronaldo Braga Reis (UFMG-Belo Horizonte, MG), o produtor e selecionador das raças gir leiteiro e girolando e vice-presidente da Girolando, Maurício Silveira Coelho, e Ronaldo Santiago que é diretor de pecuária da Fazenda Calciolândia de criação de gir leiteiro.O debate foi mediado pela gerente do PMGZ Leite, a zootecnista Mariana Alencar.

Maurício Coelho relatou que na Fazenda Santa Luzia, no município de Passos, MG, onde são produzidos, em pico de safra 18 mil litros/dia, a substância é uma ferramenta importante porque reduz o tempo de permanência dos animais na linha de ordenha e tem relação direta com a redução do intervalo entre partos.Ele pontuou que os cuidados sanitários devem ser extremos e explicou como é o protocolo no manejo da fazenda. “Nos temos uma equipe exclusiva para manusear o medicamento, diluir o produto comercial e preparar as doses que vão ser aplicadas nas vacas. O monitoramento é rigoroso. Agulha é individual. O procedimento preserva a sanidade do rebanho porque evita a transmissão de problemas patogênicos”, explica.

Ronaldo Santiago da Calciolândia trouxe para a discussão considerações para a ocitocina como um fator negativo na seleção do gado puro. “Nós buscamos no gir leiteiro aqueles animais capazes de produzir no sistema de ordenha mecânica sem a necessidade da presença do bezerro. Se aplicamos a ocitocina indiscriminadamente, estimulamos de forma artificial a descida do leite e igualamos as vacas dentro desta condição de seleção, e por isso, não vamos conseguir identificar essa característica relacionada ao temperamento das matrizes. Além do problema de mascarar os dados importantes para o melhoramento genético, nós somos contra mecanismos invasivos que impõem sofrimento aos animais. Eu comparo o uso contínuo da ocitocina ao sofrimento pelo qual passam, por exemplo, os pacientes de hemodiálise”, disse Santiago.

O professor Ronaldo Braga Reis, da UFMG, conduziu um estudo em 80 animais. Ele afirmou que o uso do hormônio não gerou diferença significativa na produção mas aumentou a curva de produção das lactações e reduziu o intervalo entre partos. “Nós usamos durante a pesquisa uma quantidade cinco vezes menor da substância do que é permitido. Os resultados que obtivemos contraria a literatura existente que relaciona o tratamento a problemas de infertilidade nas fêmeas. Diluímos 10 unidades internacionais/ml da ocitocina para fazer doses com apenas 2 un/ml.

A diferença entre remédio e veneno é mínima”, concluiu o pesquisador. João Alberto Negrão, pesquisador da FZEA/USP, concorda que o hormônio pode representar um risco para projetos seletivos por alterar informações de características, mas ele destaca o medicamento como ferramenta tanto para indução do parto como para melhorar a eficiência dos projetos comerciais e condena o uso indiscriminado em 100% do rebanho. “Usar ocitocina em todas as vacas que entram na ordenha é uma atitude anti-econômica pois eleva os custos em uma atividade que já trabalha com margens muito reduzidas. O hormônio é importante para as vacas que realmente apresentam problemas ou dificuldades na injeção do leite. Saber em qual vaca usar a ocitocina vai depender muito do conhecimento e da atenção do ordenhador. Com relação a interferir na qualidade do produto, isso não é considerado um problema já que a ocitocina é um dos componentes naturais do leite e mesmo em nível mais elevado pela aplicação, ela acaba diluída no suco gástrico.

Fonte:babcock.cals.wisc.edu/Images/P-Fig21_1.gif

Figura 1: Reflexo de ejeção do leite-quando a vaca é estimulada pelo toque na pele do úbere, pelo som do equipamento de ordenha ou pela visão de um bezerro, impulsos nervosos passam para o hipotálamo no cérebro. O hipotálamo estimula a glândula pituitária posterior a liberar ocitocina. O sangue carrega esse hormônio às células mioepiteliais que circundam o alvéolo. A contração das células mioepiteliais força o leite para dentro do sistema de ductos e da cisterna da glândula. Excitação ou dor inibem o reflexo de ejeção do leite.

Inibição da descida do leite

Em algumas situações, o reflexo de ejeção do leite pode ser inibido. Quando isso ocorre, o leite não é liberado dos alvéolos e somente uma fração pequena pode ser coletada. Impulsos nervosos são enviados à glândula adrenal quando eventos incômodos ocorrem durante a ordenha (dor, excitação ou medo). O hormônio adrenalina, liberado pela glândula adrenal, pode induzir a constrição dos tecidos sanguíneos e capilares no úbere. O fluxo sanguíneo reduzido diminue a quantidade de ocitocina enviada ao úbere. Além disso, a adrenalina parece inibir diretamente a contração das células mioepiteliais no úbere. Portanto, a vaca pode não ser ordenhada rapidamente e completamente nas seguintes situações:
# Preparo inadequado do úbere
# Atraso na colocação de teteiras (ou início da ordenha manual) minutos após preparo do úbere
# Situações diferentes que levam à dor (apanhar) ou medo (gritar, latir)
#Falha no funcionamento do equipamento de ordenha

Após a primeira parição, as vacas devem ser treinadas à rotina de ordenha. A situação emocional que ocorre nessas vacas pode ser o suficiente para inibir o reflexo de ejeção do leite. Uma injeção de ocitocina em várias ordenhas pode ajudar. Entretanto, essa prática não deve ser feita rotineiramente porque algumas vacas podem rapidamente se tornar dependentes da injeção para o reflexo de ejeção do leite.

Fonte: ABCZ adaptada pela Leite Brasil.com.br

Larissa Vieira
imprensa@girolando.com.br

Pesquisa revela qual o leite ideal para a família brasileira

ago 22, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário

Realizado pela Batavo, levantamento feito com médicos e nutricionistas avaliou qual a melhor versão da bebida para o consumo diário

O mercado de leite UHT oferece inúmeras opções ao consumidor. Porém, o que pouca gente sabe é que há diferenças sensíveis entre cada um deles. “Leite de caixinha não é tudo igual” afirma Luciane Matiello, diretora da unidade de lácteos da BRF. “E nem sempre a compra está pautada em qualidade e inovação”, completa.

Considerado de fácil acesso, o leite UHT é o mais consumido no país. Os mais populares são as versões integral, semidesnatada e desnatada. Mas, qual é a opção ideal para família brasileira? Em busca dessa resposta, a Batavo contratou a RGNutri Consultoria Nutricional, para entrevistar especialistas da área médica.

No total, 30 endocrinologistas e 30 nutricionistas foram consultados. Desse montante, 90% consideraram o leite semidesnatado a opção ideal para a família brasileira, pois possui os mesmos benefícios nutricionais do leite integral, porém, com menos gordura e, consequentemente, menor quantidade de calorias.

“Os profissionais consultados foram praticamente unânimes ao citar o leite semidesnatado como o ideal para a população em geral. Isso porque, o produto possui nutrientes essenciais que colaboram para a manutenção da saúde, além de quantidade equilibrada de gordura”, afirma Andrea Andrade, nutricionista da RGNutri.

“O brasileiro ainda não tem essa percepção. E, para difundi-la, a Batavo criou uma versão exclusiva de leite semidesnatado: o Batavo Ideal”, ressalta Matiello. “Esta opção, menos calórica que o integral, traz 1,5% de gordura, índice que proporciona mais sabor e o torna mais próximo do gosto dos brasileiros”, completa a executiva.

Além disso, um novo processo de produção foi instalado para preservar as características naturais da bebida. “A proposta da Batavo é oferecer um novo olhar sobre a categoria, facilitando a identificação do melhor leite para o consumidor”, explica Matiello.

Dados mundiais demonstram que os países desenvolvidos como França, Noruega, EUA, Suécia e Filandia, já aderiram ao consumo do leite semidesnatado, enquanto há uma tendência de crescimento nos países em desenvolvimento, como o Brasil e China.

Leite na Dieta

A Dietary Guidelines for Americas (DGA), 2010, publicação americana utilizada como modelo para programas de alimentação de larga escala, recomenda o consumo, a partir dos nove anos de idade, de três porções ao dia de leite com pouca ou nenhuma gordura, além de derivados da bebida. Para crianças entre 2 e 3 anos o indicado são duas porções diárias e de 4 a 8 anos de 2 a 2,5 porções/dia.

Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde indica o consumo diário de três porções de leites e derivados. Além disso, é aconselhável a ingestão de 30% do valor calórico total consumido no dia, de gordura total, sendo 10% de gordura saturada e, por isso, é importante estar atento ao consumo deste tipo de gordura, encontrada principalmente em alimentos de origem animal.

“De acordo com o Guia Alimentar para População Brasileira, toda a família deve consumir três porções de leite e derivados por dia, o que corresponde a três xícaras de chá de leite ou um iogurte + um copo de leite + uma fatia e meia de queijo minas”, explica Andrea Andrade, nutricionista da RG Nutri.

O grupo de laticínios é composto por leite, iogurte, queijos e leite de soja fortificado. Destes produtos provem cálcio, proteína e outros nutrientes para uma vida saudável.

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