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Vantagens ou Prejuízos do uso contínuo do hormônio ocitocina em vacas leiteiras.

out 31, 2012   //   de admin   //   Blog, Gestão, Mercado, Palestras, Qualidade  //  2 Comentário

O 2º Fórum do Zebu Leiteiro integrou a programação técnica da Megaleite 2012 e promoveu um debate vigoroso entre técnicos, pesquisadores, criadores, produtores de leite, representantes de empresas privadas e de entidades do setor, sobre as vantagens ou prejuízos do uso contínuo do hormônio ocitocina em vacas leiteiras.

Os integrantes da mesa foram os pesquisadores João Alberto Negrão (FZEA/USP-Pirassununga, SP) e Ronaldo Braga Reis (UFMG-Belo Horizonte, MG), o produtor e selecionador das raças gir leiteiro e girolando e vice-presidente da Girolando, Maurício Silveira Coelho, e Ronaldo Santiago que é diretor de pecuária da Fazenda Calciolândia de criação de gir leiteiro.O debate foi mediado pela gerente do PMGZ Leite, a zootecnista Mariana Alencar.

Maurício Coelho relatou que na Fazenda Santa Luzia, no município de Passos, MG, onde são produzidos, em pico de safra 18 mil litros/dia, a substância é uma ferramenta importante porque reduz o tempo de permanência dos animais na linha de ordenha e tem relação direta com a redução do intervalo entre partos.Ele pontuou que os cuidados sanitários devem ser extremos e explicou como é o protocolo no manejo da fazenda. “Nos temos uma equipe exclusiva para manusear o medicamento, diluir o produto comercial e preparar as doses que vão ser aplicadas nas vacas. O monitoramento é rigoroso. Agulha é individual. O procedimento preserva a sanidade do rebanho porque evita a transmissão de problemas patogênicos”, explica.

Ronaldo Santiago da Calciolândia trouxe para a discussão considerações para a ocitocina como um fator negativo na seleção do gado puro. “Nós buscamos no gir leiteiro aqueles animais capazes de produzir no sistema de ordenha mecânica sem a necessidade da presença do bezerro. Se aplicamos a ocitocina indiscriminadamente, estimulamos de forma artificial a descida do leite e igualamos as vacas dentro desta condição de seleção, e por isso, não vamos conseguir identificar essa característica relacionada ao temperamento das matrizes. Além do problema de mascarar os dados importantes para o melhoramento genético, nós somos contra mecanismos invasivos que impõem sofrimento aos animais. Eu comparo o uso contínuo da ocitocina ao sofrimento pelo qual passam, por exemplo, os pacientes de hemodiálise”, disse Santiago.

O professor Ronaldo Braga Reis, da UFMG, conduziu um estudo em 80 animais. Ele afirmou que o uso do hormônio não gerou diferença significativa na produção mas aumentou a curva de produção das lactações e reduziu o intervalo entre partos. “Nós usamos durante a pesquisa uma quantidade cinco vezes menor da substância do que é permitido. Os resultados que obtivemos contraria a literatura existente que relaciona o tratamento a problemas de infertilidade nas fêmeas. Diluímos 10 unidades internacionais/ml da ocitocina para fazer doses com apenas 2 un/ml.

A diferença entre remédio e veneno é mínima”, concluiu o pesquisador. João Alberto Negrão, pesquisador da FZEA/USP, concorda que o hormônio pode representar um risco para projetos seletivos por alterar informações de características, mas ele destaca o medicamento como ferramenta tanto para indução do parto como para melhorar a eficiência dos projetos comerciais e condena o uso indiscriminado em 100% do rebanho. “Usar ocitocina em todas as vacas que entram na ordenha é uma atitude anti-econômica pois eleva os custos em uma atividade que já trabalha com margens muito reduzidas. O hormônio é importante para as vacas que realmente apresentam problemas ou dificuldades na injeção do leite. Saber em qual vaca usar a ocitocina vai depender muito do conhecimento e da atenção do ordenhador. Com relação a interferir na qualidade do produto, isso não é considerado um problema já que a ocitocina é um dos componentes naturais do leite e mesmo em nível mais elevado pela aplicação, ela acaba diluída no suco gástrico.

Fonte:babcock.cals.wisc.edu/Images/P-Fig21_1.gif

Figura 1: Reflexo de ejeção do leite-quando a vaca é estimulada pelo toque na pele do úbere, pelo som do equipamento de ordenha ou pela visão de um bezerro, impulsos nervosos passam para o hipotálamo no cérebro. O hipotálamo estimula a glândula pituitária posterior a liberar ocitocina. O sangue carrega esse hormônio às células mioepiteliais que circundam o alvéolo. A contração das células mioepiteliais força o leite para dentro do sistema de ductos e da cisterna da glândula. Excitação ou dor inibem o reflexo de ejeção do leite.

Inibição da descida do leite

Em algumas situações, o reflexo de ejeção do leite pode ser inibido. Quando isso ocorre, o leite não é liberado dos alvéolos e somente uma fração pequena pode ser coletada. Impulsos nervosos são enviados à glândula adrenal quando eventos incômodos ocorrem durante a ordenha (dor, excitação ou medo). O hormônio adrenalina, liberado pela glândula adrenal, pode induzir a constrição dos tecidos sanguíneos e capilares no úbere. O fluxo sanguíneo reduzido diminue a quantidade de ocitocina enviada ao úbere. Além disso, a adrenalina parece inibir diretamente a contração das células mioepiteliais no úbere. Portanto, a vaca pode não ser ordenhada rapidamente e completamente nas seguintes situações:
# Preparo inadequado do úbere
# Atraso na colocação de teteiras (ou início da ordenha manual) minutos após preparo do úbere
# Situações diferentes que levam à dor (apanhar) ou medo (gritar, latir)
#Falha no funcionamento do equipamento de ordenha

Após a primeira parição, as vacas devem ser treinadas à rotina de ordenha. A situação emocional que ocorre nessas vacas pode ser o suficiente para inibir o reflexo de ejeção do leite. Uma injeção de ocitocina em várias ordenhas pode ajudar. Entretanto, essa prática não deve ser feita rotineiramente porque algumas vacas podem rapidamente se tornar dependentes da injeção para o reflexo de ejeção do leite.

Fonte: ABCZ adaptada pela Leite Brasil.com.br

Larissa Vieira
imprensa@girolando.com.br

Girolando em MT e MS

out 27, 2012   //   de admin   //   Blog, Girolando, Notícias  //  Nenhum Comentário

Alta do custo de produção de leite causa prejuízo aos criadores de GO

out 27, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  2 Comentário

Custo de produção está acima do valor pago pelo produto.
Cooperativas registram redução no fornecimento.

Os produtores de leite de Goiás estão com dificuldade para fechar as contas. O custo de produção está acima do valor pago pelo produto. Cooperativas registram redução no fornecimento.

Na fazenda do criador Edelmiro Fioravante são realizadas duas ordenhas diárias nas 42 vacas que estão em fase de lactação. Os animais produzem 600 litros de leite por dia. Para que essa produção seja possível é preciso caprichar na alimentação dos animais. Mas o alto custo da ração causa problemas ao produtor rural. “O farelo de soja que nós pagávamos cerca de R$ 450 a R$ 500 a tonelada, hoje é R$ 1.380,00”, diz.

Na soma de todas as despesas da produção, o custo do litro de leite tem ficado na faixa de R$ 0,90, mas o mercado está pagando R$ 0,70 pelo produto. A conta não fecha e o produtor Edelmiro Fioravante registra prejuízos.

Os impactos também são grandes nas cooperativas. Em uma delas, a produção leiteira já caiu cerca de 20%, o que significa redução diária de 17 mil litros de leite. Dos mais de 480 cooperados, cerca de 80 já deixaram de fornecer leite para a cooperativa.

A estiagem do primeiro semestre do ano afetou a produção de leite no Rio Grande do Sul. Mesmo com a reação do preço causada pela queda na oferta, o valor ainda está abaixo do custo de produção.

O Conselho da Indústria e dos Produtores de Leite do Rio Grande do Sul divulgou nesta semana um balanço com os valores repassados aos produtores. Em setembro, o produto teve alta de 1,5%. Já em outubro a expectativa é encerrar o mês com alta de 3,8%. Atualmente, o litro do leite tipo C está saindo por aproximadamente R$ 0,68 para os produtores gaúchos.

Para o presidente da comissão do leite da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Jorge Rodrigues, os valores representam o atual momento da atividade, com aumento nos custos de produção e redução de oferta, motivada por problemas climáticos.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/10/alta-do-custo-de-producao-de-leite-causa-prejuizo-aos-criadores-de-go.html

Boletim do Leite – CEPEA

out 10, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado  //  Nenhum Comentário

Uma publicação do CEPEA – ESALQ/USP

Ano 18 – Nº 211 – Setembro de 2012

Carta Leite – Scot Consultoria

out 10, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado  //  Nenhum Comentário

A Carta Leite é um informativo que busca levar informações geradas e analisadas pela Scot Consultoria.

Esperamos, com este serviço adicional, melhorar o conjunto de informações disponíveis, contribuindo para melhorar a capacidade de decisão dos nossos leitores

Carta Leite – SETEMBRO 2012 (acesse aqui)

Mapa Mental Legal do Agronegócio do Leite

out 4, 2012   //   de admin   //   Blog, Blog, Mercado  //  Nenhum Comentário

Os mapas mentais são estruturas de organização gráfica. Para o trabalho foi utilizado o mapeamento e organização de informações encontradas na legislação pertinente ao agronegócio do leite no Brasil. O objetivo deste trabalho foi sistematizar os documentos de referência, favorecendo a busca e o acesso às informações pertinentes à legislação brasileira por profissionais da área e os demais interessados, permitindo a recuperação das informações de forma rápida e atraente.

O conhecimento de todos os aspectos legais é muito importante para os produtores que buscam se adequar as normas de produção integrada. Há uma grande demanda pelo conhecimento dos requisitos legais. Assim, tomando-se como base a árvore hiperbólica do agronegócio do leite da Embrapa, e utilizando a ferramenta Free Mind (software livre), foram localizados, pela plataforma web, os documentos relativos à cadeia do leite. Com isto, de forma lúdica pode-se acessar, desde requisitos trabalhistas a regulamentos de raças leiteiras, basta clicar!!

Clique aqui para navegar no mapa mental do agronegócio do leite

O mapa foi desenvolvido por Ceres Qualidade, contato Roberta Züge.

LBR, a campeã que só perde

set 10, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  1 Comentário

A LBR recebeu 700 milhões de reais do BNDES para se tornar um campeão nacional do leite. Mas o dinheiro acabou e o lucro não veio. E agora?

A LBR, maior fabricante de produtos lácteos do país, vem passando — discretamente — por uma reestruturação de contornos um tanto dramáticos.
Criada em janeiro de 2011 da união de duas das maiores empresas nacionais de leite (com o patrocínio do BNDES), a LBR foi eleita um dos “campeões nacionais”, aquele seleto grupo de empresas escolhidas pelo governo para mandar em seus mercados subsidiadas pelo meu, o seu, o nosso dinheiro.

Mas algo vem dando muito errado com esse campeão. Basta analisar os principais pontos da reestruturação em curso. Segundo EXAME apurou, nada menos que 15 de suas 33 fábricas foram fechadas. Das 23 marcas originais, 14 foram aposentadas. Cerca de 1 400 funcionários perderam o emprego.

O banco de investimento Rothschild foi contratado para tentar dar um jeito na dívida de 420 milhões de reais que vence nos próximos 12 meses. E o BNDES negocia a entrada de um novo sócio para aliviar as finanças.

O plano é resultado de uma situação crítica. Desde sua criação, no início de 2011, o campeão nacional do leite só perde dinheiro. Até abril, a empresa acumulava um prejuízo de 400 milhões de reais. A LBR é resultado da união da Leitbom, que tinha as gestoras de fundos de private equity GP e Laep como sócias, com a Bom Gosto, controlada pelo empresário Wilson Zanatta.

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CEPEA/LEITE: Mercado reverte quedas e estabiliza-se em agosto

set 5, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

Cepea, 31 – Pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apontam que o preço médio recebido pelo produtor se manteve praticamente estável frente a julho, conforme esperavam os agentes de mercado. Em agosto, o valor líquido foi de R$ 0,7872/litro, ligeira alta de 0,8% frente ao mês anterior – o preço médio bruto (inclusos frete e impostos) foi de R$ 0,8547/litro. Esses valores representam as médias dos estados de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA ponderadas por suas respectivas produções.

No mês de julho, o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-Leite) registrou avanço de 7% na região Sul. Houve aumento em torno de 9% no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e de 2,7% no Paraná. Na média ponderada dos mesmos sete estados, o Índice avançou 2,7% sobre junho, atingindo nível 7,9% maior que o do mesmo mês de 2011. Pesquisadores do Cepea, no entanto, ressaltam que, naquele período, a safra na região Sul havia diminuído em função de adversidades climáticas, o que justifica o expressivo aumento anual. De modo geral, agentes do setor afirmam que não há excedente de oferta de leite. Apesar da maior produção sulista, a captação de leite diminuiu nas demais regiões do País, tendo em vista a entressafra, agravada, na região Nordeste, pela forte estiagem.

Pesquisadores do Cepea avaliam que o cenário atual é crítico tanto para os produtores quanto para as indústrias. Pesquisas do Centro mostram que os custos de produção de leite continuam avançando com a alta do milho e do farelo de soja, e não há expectativa de melhora desse quadro no curto prazo para o pecuarista leiteiro. Isso tem agravado o endividamento desses produtores e tende a reduzir os investimentos na atividade. Quanto aos preços que têm recebido, estão 2% inferiores (em termos nominais) aos de agosto/11, observam os pesquisadores.

Fonte: Ana Paula Silva Ponchio – Comunicação Cepea – www.cepea.esalq.usp.br – (19) 3429 8837 / 3429 8836

Aumento de custos deve elevar preço do leite em 6%

set 1, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias, Preços  //  Nenhum Comentário

A recente alta de 25% no preço dos insumos utilizados pela pecuária leiteira, em especial na ração animal, devido ao aumento das cotações das commodities no mercado exterior, deve elevar o preço do leite para o consumidor final brasileiro em cerca de 6%, nos próximos 30 ou 60 dias. É o que prevê o presidente da Comissão Técnica de Pecuária de Leite da Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Faerj), Ricardo Bastos.

Segundo Bastos, o custo de produção está defasado entre 5% e 6% em relação ao recebimento do leite. “Como a cadeia vai passo a passo, o produtor hoje está com 6% de prejuízo”, indicou. Ele prevê que, agora, para buscar o equilíbrio, os produtores vão reduzir a quantidade de insumos usados na atividade e também a produção até encontrar uma estabilidade. “Com essa queda de produção, o laticínio, como precisa de leite, tem que ter um adicional para conseguir mais leite. Isso é um (efeito) dominó. Por isso, é que leva entre 30 e 60 dias para chegar ao consumidor final”, explicou.

Bastos acredita que o impacto dos insumos no preço do leite pode ser atenuado por meio da liberação, pelo governo, dos estoques de milho, de soja e de farelo de soja, que são os principais insumos da produção. Ele lembrou que o setor produtor leiteiro já sofreu um aumento de mão de obra, que incide sobre o custo de produção em até 15%, enquanto o peso dos insumos é bem maior, da ordem de 40%. “Então, quando aumenta o insumo, isso reflete diretamente no custo de produção”.
Historicamente, quando o preço da soja e do milho estão bem, a tendência é aumentar a área de plantio, conforme Bastos. “Aumentando a área de plantio, aumenta a oferta e, consequentemente, cai o preço lá na frente”. Ele espera que esse movimento se repita no Brasil para que o preço ao consumidor possa diminuir.

O diretor da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Francisco Vilela, concorda que a situação da pecuária leiteira no Brasil pode ter algum efeito para o consumidor final. Ele acredita, porém, que o cenário de alta do preço para o consumidor pode ser revertido, “mas só no ano que vem”. Vilela lembrou que a safra brasileira já está colhida e a safra americana, que seria colhida em setembro/outubro, “está frustrada” devido à seca nos Estados Unidos. “Então, este ano, não tem mais produto, não tem mais safra. Só no ano que vem”.

Com isso, tal cenário pode gerar aumento de custo para o produtor, com reflexo no consumidor final. Segundo Vilela, além de financiar a retenção de matrizes para evitar que os produtores as vendam e tornem, assim, esse efeito de alta permanente, o governo poderia ainda suspender a importação de produtos lácteos. “Isso faz com que o mercado aqui reaja”.

Fonte: Agência Brasil

Importação de leite em MS registra aumento de 520%

set 1, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado  //  Nenhum Comentário

A importação de leite e derivados em Mato Grosso do Sul registrou aumento de 520% no último semestre, comparado ao mesmo período do ano anterior. De 554 toneladas, o Estado alcançou 3.437 toneladas no acumulado de janeiro a junho de 2012. O Uruguai foi responsável por 65% do atendimento à demanda, seguido pela Argentina, com 33% do produtor comprado por MS. Nos mês de julho, a importação em MS teve retração de 18% em relação ao mês anterior, totalizando 4.299 toneladas. Mesmo diante dessa queda a situação é preocupante.

“Os baixos valores de alguns derivados do leite, como o queijo mussarela, praticados pelos países vizinhos, tem desvalorizado nosso produto”, explica o presidente do Conselho Paritário Produtores/Indústrias do Leite (Conseleite), Dário Alves. O preço pago pelo quilo do queijo uruguaio e argentino atingiu uma media de R$ 7 reais, enquanto somente o custo de produção do queijo sul-mato-grossense está em R$ 9 reais. “Não temos competitividade para concorrer”, complementa Dário.

Para solicitar aos governos federal e estadual medidas emergenciais para o setor leiteiro, o Conseleite, o Sindicato das Indústrias do Leite de Mato Grosso do Sul, o Sindicato Rural de Campo Grande e a Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) organizam para o próximo dia 14 de setembro a “Hora do Leite”. Na ocasião, será entregue um abaixo-assinado para representantes do governo e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Atualmente, a lista conta com 4 mil nomes. “Até o dia do evento, esperamos contar com mais de 8 mil manifestações”, diz Dário. O movimento conta ainda com a participação dos Estados do Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Rio de Janeiro.

Uma das expectativas do setor é a retomada de uma legislação para taxar a importação de produtos. “Há cerca de 10 anos havia uma taxa para qualquer lácteo que entrasse no país, com 37% de imposto. Isso fazia com que nossos produtos pudessem competir de forma igualitária. Hoje não temos essa taxa e os governos vizinhos ainda contam com fortes subsídios para a produção”, explica Dário.

Outra reclamação do setor é o custo de produção. “Em função da valorização das comoodities soja e milho, o custo da ração utilizada para o gado leiteiro aumentou consideravelmente e isso implica em menor retorno financeiro para o produtor”, analisa a economista e assessora técnica da Famasul, Adriana Mascarenhas. De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), o preço do farelo de soja pago pelas industrias para ração dos animais para teve valorização de 17% em junho em relação ao mês anterior e aumento de 69,7%, no acumulado de janeiro a junho, em relação ao primeiro semestre do ano passado.

A Hora do Leite, marcado para o dia 14 de setembro, acontece das 9 às 12 horas, na sede do Sindicato Rural de Campo Grande, situado a Rua Raul Pires Barbosa, nº 116. Os produtores e indústrias compradoras de leite interessados em compor o baixo-assinado podem procurar a sede dos sindicatos rurais de seu município

Hora do Leite – Campo Grande / MS

set 1, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Preços  //  Nenhum Comentário

Câmara Setorial do Leite  promove Hora do leite dia 14 de setembro no Sindicato Rural.

No dia 14 de setembro, a partir das 9 horas, acontece na sede do Sindicato Rural de Campo Grande um encontro que vai tratar das ações que envolvem todos os elos da cadeia produtiva do leite. Intitulado “Hora do Leite”, o evento promovido pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite, vai contar com a participação do presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite, Rodrigo Alvin, e do Coordenador da Câmara Temática de Leite da OCB, Vicente Nogueira.

O evento, que será realizado das 09 às 12 horas, conta com a seguinte programação:
– Apresentação dos Principais pontos do Plano de Desenvolvimento (PDI);
– Lançamento do Canal de Comunicação: Fale do Leite;
– Debate sobre a Importação de Leite e Derivados.

Sendo que às 14 horas, será realizada a reunião do Conseleite.

2º Leilão Virtual do Núcleo dos Criadores de Girolando do Mato Grosso do Sul

set 1, 2012   //   de admin   //   Blog, Leilões  //  Nenhum Comentário

Os melhores animais produtores de leite do Mato Grosso do Sul reunidos no mesmo leilão. Esta é a proposta do 2º Leilão Virtual Núcleo de Criadores de Girolando MS, que expõe animais do mais alto nível, apresentados pelos melhores selecionadores de genética do País.

O evento é uma realização do Núcleo dos Criadores de Girolando do Mato Grosso do Sul, e será transmitido ao vivo no domingo, 16 de setembro, a partir das 13h30min (horário de Brasília) pelo Agro Canal.

Serão apresentados 70 lotes, a maioria de fêmeas da raça girolando. As compras poderão ser divididas em até 24 parcelas, no leilão que conta com a credibilidade e tradição do grupo Nova Sat Leilões.

Entre os expositores estão os produtores Anizio Manoel da Silva, Agropecuária São Marcos, Antonio Carlos Alves, Aurora Cinato Real, Denilson Lima de Souza, Fábio Sandim, Fernando Sandim, Flávio Buainain, Flávio Sandim, GPL, Thayla Guzzela da Cunha, Vaudionor Vilela, Jerson Nogueira, Luiz Roberto Rodrigues, Fernando Antônio Lemos, Marcos Brandão, Martinho Mello de Oliveira, Miguel Duailibi, Nilo Ferraz, Ravisio Israel, Renato Medrado, Ronan Salgueiro, Ronie Rodrigues de Freitas e Waldemir Mambula, além de convidados especiais como o Grupo Cabo Verde, Grupo Boa Fé Ma Shou Tao, Girolando Muquem e Waldir Junqueira de Andrade que já confirmaram presença no evento.

O Núcleo Girolando MS é uma entidade sem fins lucrativos, e desde 2000 atua para fortalecer e unir a cadeia produtiva do leite no estado de Mato Grosso do Sul, representando a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando.

Outras informações sobre o leilão virtual podem ser obtidas com:

Nova Sat pelo telefone (34)3317-7000, pelo e-mail novasat@terra.com.br ou www.novasatleiloes.com.br

Núcleo de Criadores de Girolando do MS pelo telefone (67) 3342-8742, pelo e-mail fzd@leitebrasil.com.br ou www.ncgms.com.br

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