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Pesquisa IBGE 2012

mar 28, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  Nenhum Comentário

A captação de leite pela indústria em 2012, segundo o IBGE, foi de 22,3 bilhões de litros, 2,5% superior à de 2011.

Os principais estados que adquiriram leite foram Minas Gerais (25,6%), Rio Grande do Sul (15,4%), Paraná (11,7%) e São Paulo com 10,4% do total.

Embora no total anual tenha havido um crescimento da captação de leite pela indústria, nos últimos 4 meses do ano, a captação de 2012 ficou abaixo da observada em 2011, como pode ser observado no gráfico 1. Em novembro, a queda da captação em relação ao mesmo mês de 2011 chegou a 3,4%, reduzindo para 1,5% no mês seguinte. No acumulado do último trimestre de 2012, a captação ficou 1,8% abaixo de 2011, reflexo das baixas margens ao produtor, ocasionadas pelo grande aumento nos custos de produção.

A variação anual da produção de leite foi de 2,5% em 2012 sobre 2011, segundo levantamento divulgado na quarta, dia 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No comparativo entre os meses de 2012 e 2011, observaram-se aumentos de aquisição de leite entre janeiro e agosto e quedas a partir de setembro, sendo a mais acentuada a do mês de novembro. A maior aquisição de leite ocorreu no primeiro trimestre do ano.

Do total de leite adquirido em 2012, 92,5% originaram-se de estabelecimentos que atuam sob inspeção sanitária federal, 6,8% de estabelecimentos que atuam sob inspeção estadual e 0,7% de estabelecimentos com inspeção municipal.

CLIQUE AQUI, PARA BAIXAR A PESQUISA.

Fonte: IBGE

Estratégias de Cruzamentos e Acasalamentos com Touros Girolando

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Genética, Girolando  //  Comentários desativados em Estratégias de Cruzamentos e Acasalamentos com Touros Girolando

 

Fala Presidente da LBR, Rami Goldfajn

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  Nenhum Comentário

Muitas empresas no mercado do leite estão em dificuldade. Por isso a LBR, uma das maiores empresas de leite do país, está fazendo um plano de ação que inclui o pedido de recuperação judicial. Esse pedido garante os pagamentos dos produtores, cooperativas, transportadores e fornecedores, os salários dos trabalhadores e todas as outras contas da companhia. O presidente da LBR vai agora explicar melhor o plano.

A LBR tem investido muito nos últimos dois anos para que nossos produtores tenham acesso a programas de qualificação e melhoria. Temos muito orgulho desse trabalho. Ao longo do tempo, construímos uma relação de confiança e de parceria com nossos fornecedores. É com base nessa confiança que gostaríamos de contar para você, produtor de leite, os próximos passos da LBR. Muitas empresas no mercado do leite passam por dificuldades. Foi por isso que decidimos fazer um plano de ação que garante os pagamentos aos nossos fornecedores de leite, os salários dos nossos trabalhadores e todas as outras contas. Para isso, a LBR fez um pedido de recuperação judicial.

Bom, o que é isso?

Essa é uma medida prevista em lei, que funciona como um remédio para que as empresas continuem funcionando normalmente. Os únicos que terão os pagamentos suspensos serão os bancos. Portanto, nada muda no dia-a-dia da empresa e em nosso relacionamento. Produtoresi-e cooperativas e transportadores não serão afetados: os pagamentos serão feitos em dia e manteremos os volumes de compra de leite normalmente.

Renovamos aqui nosso voto de confiança e nossa parceria. Estamos agindo com responsabilidade e transparência e temos certeza de que iremos superar esta fase rapidamente.

Entrevista com o Presidente da LBR, Rami Goidfajn

P: A LBR pediu recuperação judicial. O que significa isso?
R: Em primeiro lugar eu gostaria de agradecer a todos os produtores de leite que nos ouvem neste momento. Vocês são nosso principal apoio, nossos principais parceiros. A recuperação judicial é pedida quando uma empresa precisa de fôlego para seguir em frente. No nosso caso, o que está pesando é a dívida com os bancos. O que nós queremos é mais prazo para pagar os empréstimos aos bancos. Isso quer dizer que o produtor de leite, o trabalhador da LBR e nossos parceiros estão preservados. Nós não vamos deixar de honrar nossos compromissos, porque a LBR é uma empresa responsável.

P: Esta recuperação judicial pode levar a LBR à falência?
R: Não. Não há falência. A LBR está de pé, captando leite e produzindo normalmente. O que nós pedimos à Justiça foi um prazo maior para pagar o que devemos aos bancos e somente aos bancos. Isso não afeta o produtor de leite ou o trabalhador da LBR. Essas pessoas vão receber os pagamentos em dia. Nós não vamos deixar de honrar nossos compromissos, porque a LBR é uma empresa responsável. Pagar nossos funcionários e nossos produtores é uma prioridade. Não tem nada mais importante.

P: Quanto tempo isso vai durar?
R: Isso não tem um prazo determinado. É importante que saibam que várias empresas grandes entraram em recuperação judicial e saíram rapidamente. A Kepler conseguiu sair em apenas alguns meses. O que eu quero garantir aos produtores, aos nossos parceiros, é que nós da LBR estamos trabalhando dia e noite para superar esta fase o mais rápido possível. E pode ter certeza que vamos conseguir.

P: Se o produtor tiver alguma dúvida, como ele deve proceder?
R: A LBR tem um time de técnicos que está diariamente em contato direto com os produtores de leite. Se houver alguma dúvida, ela deve ser encaminhada ao nosso pessoal e eles vão esclarecer o mais rápido possível. Somos uma empresa transparente e não queremos que os produtores tenham dúvidas sobre a LBR.

Os produtores de leite são prioridade para a LBR.

Projeto Piloto “ Qualidade do leite – Terenos/MS”

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Gestão, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário

Um grupo de pequenos produtores de leite da região do município de Terenos, em Mato Grosso do Sul, mostra como pequenas mudanças de hábitos e práticas podem melhorar substancialmente a qualidade e o volume do produto. Depois de 20 anos de trabalho, sem praticamente nenhum retorno financeiro e muitos já pensando até em abandonar o campo, liderados pela produtora Lucílha de Almeida, eles organizaram um grupo disposto a fazer as mudanças necessárias a fim de garantir as melhorias que proporcionariam um melhor rendimento da atividade.

“Inúmeras vezes procuramos os laticínios e sempre ouvimos que eles não poderiam pagar mais porque a qualidade do nosso leite era ruim, que tinha muita bactéria , pouca gordura…E diante disso nunca conseguimos passar dos 60 centavos por litro de leite produzido”, conta Lucília. O valor pago mal dava para arcar com os custos da produção.

Quarenta produtores decidiram, com o incentivo do laticínio BRF Brasil Foods que lançou o desafio, mudar o rumo dessa história e propuseram um desafio ao laticínio , comprador da produção leiteira da região. “Iríamos em busca das melhorias mas queríamos a garantia de melhores preços pelo nosso produto”, diz Lucílha, que partiu em busca de parcerias e cursos para esse grupo. O gerente regional da empresa, Jeferson Farias, explica que “sempre que o produtor é desafiado, a resposta é positiva”.

Uma das produtoras, que também é zootecnista, Carlinda Maria Oliveira da Silva, foi pessoalmente a cada uma das 40 propriedades envolvidas no projeto para fazer um diagnóstico da situação. “Não encontrei resistência por parte dos produtores porque todos já estavam no fundo do poço, prestes a abandonar a produção.” De posse dessas informações, o próximo passo foram os cursos de qualidade do leite, manejo do gado, alimentação e higienização, oferecidos pelo Senar, através da intermediação da Secretária da Seprotur, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. O passo seguinte foi conseguir os 8 resfriadores, que atendem o grupo, através de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Terenos.

Quatro meses depois, o grupo começa a colher os frutos da iniciativa. A produção subiu de 40 para 80 mil litros/mês e, muitos deles, já começam a receber em dezembro a bonificação pela qualidade do leite. A quantidade de bactérias toleradas no leite, denominada contagem bacteriana total (CBT), que tem como limite total de 100 mil, por mililitro de leite chegou a 5 mil e a contagem de células somáticas (CCS) no leite, que indica o estado sanitário do úbere, que não pode ultrapassar os 400 mil células/litro , está em 23 mil em alguns tanques.

A receita, segundo a organizadora do grupo , é muito simples. “Muita água e sabão para garantir a total higiene e evitar qualquer tipo de contaminação, uma boa alimentação conseguida através do sal de qualidade que passou a nos garantir mais gordura e proteína. E isso tudo com a mesma estrutura que já tínhamos.” Lucílha conta ainda que muitos produtores ainda trabalham de forma bem rústica, com ordenha manual, mangueiro descoberto, o que exige ainda mais cuidados com a higiene. Um dos produtores que mais foi bonificado não tem estrutura nenhuma para ordenha, mas foi o que mais mostrou qualidade com higiene, manejo correto e boa alimentação. Era o grito de liberdade que estava entalado na garganta há mais de 20 anos, a “carta de alforria” como diz Lucília.

Hoje, já recebendo pagamento com valores diferenciados o grupo comemora a conquista e mostra promover o desenvolvimento com pequenas mudanças. Produzindo o dobro de volume de quando começaram o projeto de melhoria, eles afirmam que podem triplicar a produção, sem perder ofoco na qualidade. “Desde que começamos as boas práticas, o leite vem sendo testado mensalmente e estamos conseguindo manter o padrão que o laticínio nos exigia para garantir a melhoria no nosso preço”, comemora Lucílha.

“Desde o lançamento do Programa Leite Forteestamos tentando fomentar o segmento do leite do estado. Várias ações estão sendo desenvolvidas simultaneamente mas essa, em especial, tem uma importância relevante porque veio da base, partiu dos próprios produtores, da união deles, da vontade de fazer certo. O resultado não poderia ser diferente”, comemora a Secretária de Produção, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias.

Jeferson farias, da BRF Brasil Foods, explica que esse pagamento diferenciado era feito em forma de bonificação mas que agora será implantado o Programa Pagamento por Qualidade, que tanto pagará mais pelo leite de boa qualidade quanto descontará valores daqueles que não atingirem o padrão desejado pela empresa. “Temos uma grande responsabilidade. Há cerca de um mês estamos produzindo na nossa planta aqui de Terenos o queijo mussarela Sadia para o abastecimento do mercado brasileiro. Isso faz com que tenhamos uma preocupação muito grande com a qualidade. Daqui pra frente só podemos melhorar”. Hoje 50 por cento do leite processado na empresa é proveniente de tanques comunitários do estado.

Muitos dos que pensavam em abandonar a produção, hoje pensam é em investir em melhorias da infra estrutura da produção leiteira. Para Lucília, o grupo quebrou a barreira que os eparava do bom desempenho e hoje só pensa em compartilhar essa experiência com os demais produtores de leite. E Jeferson arremata, “o produtor só se sente estimulado a produzir mais e melhor quando você paga melhor pelo produto dele. É nisso que acreditamos.”

A Secretária da Seprotur, Tereza Cristina, garante que a partir de agora “ o grande desafio será replicar esse projeto em vários grupos de produtores, principalmente nos 17 municípios escolhidos para alavancar o Programa leite Forte. Essa ação bem sucedida dá novo ânimo aos que abraçaram essa causa e serve de exemplo para os que ainda enfrentaram esse desafio em busca de melhoria na qualidade da produção leiteira”, conclui.

LEITE FORTE

Os 40 produtores que fazem parte desse projeto piloto vão receber assistência de um técnico capacitado pelo programa Leite Forte, que vai oferecer assistência técnica sobre manejo nutricional, melhoramento genético e gestão financeira de propriedade, aumentando assim a quantidade e a qualidade do leite produzido por eles.

O projeto Leite Forte tem como objetivo desenvolver a Bacia Leiteira na região central de Mato Grosso do Sul. O Leite Forte ainda prevê ao longo de três anos qualificar 1.500 produtores em 17 municípios, praticamente dobrando produção/qualidade na Região Central do Estado com a inclusão de assistência técnica efetiva e contínua, com investimento dos parceiros e produtores de cerca de R$ 70 milhões incrementando a atividade em R$ 175 milhões ao longo deste período.

SERVIÇO

O lançamento do Projeto Piloto “ Qualidade do leite – Terenos/MS” será no próximo sábado (09.03) no Ginásio de Esportes P.A. Patagônia. Além de mostrar os resultados positivos da união dos produtores de leite da região, serão debatidos temas ligados à produção leiteira.

Fonte: Rural Centro

Campanha promove exportação do leite brasileiro

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  Nenhum Comentário

Custos de produção do leite subiram 10 vezes mais do que o preço pago aos agricultores

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  Nenhum Comentário

O preço das rações, um dos principais custos de produção do leite, aumentou 6,6% entre 2005 e 2011, dez vezes mais do que o preço pago aos produtores, segundo um relatório do ministério da Agricultura.

O relatório “Índices de Preços na Cadeia de Abastecimento Alimentar”, produzido pelo Gabinete de Planeamento e Políticas (GPP) e datado de dezembro de 2012, sublinha que “esta evolução revela a incapacidade de refletir as grandes subidas dos custos inerentes à atividade agrícola nos anos mais recentes, traduzindo-se numa diminuição das margens ligadas à produção”.

Segundo o documento, os preços do leite cresceram 0,7% em média anual, enquanto os preços da alimentação animal aumentaram 6,6% em média, acompanhando a tendência de subida dos cereais, um setor caracterizado por grande volatilidade.

Já os preços do leite na indústria (leite embalado à saída da fábrica e indústria dos lacticínios) evidenciaram uma melhoria face aos preços do leite no produtor, com uma média anual de 1,1 e 1,9%, para a indústria de lacticínios e leite embalado, respetivamente)

Quanto ao preço do leite no consumidor verificou-se “uma ligeira deterioração”, com um crescimento de 0,3% ao ano.

O estudo destaca que, a partir de 2008, os preços associados à fileira cresceram de forma significativa, tendência que se inverteu em 2009, “com uma queda acentuada dos preços no produtor e no consumidor, com exceção do preço na indústria que se manteve estável”.

No período pós-2008, o comportamento dos preços para produtor e consumidor foram inferiores à inflação, refletindo a crescente importação do leite em Portugal, que aumentou quase 27% entre 2005 e 2011 (4,1% em média anual).

“Este período coincidiu com o consumar da abertura do mercado de aprovisionamento do leite de origem não nacional”, destaca o documento do GPP.

O relatório conclui ainda que, nos últimos anos, verificou-se em Portugal um crescimento dos preços da fileira do leite “tendencialmente inferior à inflação”, para o produtor e consumidor, contrariando a tendência observada na União Europeia (UE27), onde os preços do leite acompanharam a inflação.

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=630241&tm=6&layout=121&visual=49

 

Leilões Girolando Fazenda Santa Luzia

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Gir Leiteiro, Girolando, Leilões  //  Nenhum Comentário

Reserve o último final de semana de abril para passar momentos agradáveis e fazer bons negócios.

Produtor de leite compromete 20% da receita com mão-de-obra

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  Nenhum Comentário

Com o aumento do salário mínimo, que passou a ser de R$ 678 desde janeiro, os produtores de leite passaram a ter maior custo com mão-de-obra, o que provocou comprometimento de parte da renda com a atividade e aumento dos custos de produção. Este cenário foi observado principalmente no Sudeste e Centro-Oeste, onde o peso de novas contratações foi maior e comprometeu, em média, 20% da receita. Outro fator que influenciou este desempenho foi a dificuldade de se encontrar profissionais capacitados, o que levou os proprietários a pagar salários mais elevados aos trabalhadores.

No Sul, onde há maior mecanização da ordenha e mão-de-obra familiar, este percentual caiu pela metade, chegando, em média, a 10%. Esta análise pode ser encontrada no boletim Ativos da Pecuária de Leite, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

Clique aqui e leia o boletim na íntegra.

A matéria é da CNA, adaptada pela Equipe MilkPoint

Mapa mental da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 62

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias, Qualidade  //  Nenhum Comentário

O mapa mental é uma técnica gráfica que organiza as ideias por meio de palavras-chaves, cores e ilustrações, em uma estrutura que parte de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas a ele. Assim, eles também podem ser utilizados para organizar legislações e favorecer a busca e o acesso às informações. Este trabalho foi idealizado para facilitar o entendimento e acesso à INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 62, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2011 por profissionais da área e os demais interessados, permitindo a recuperação das informações de forma rápida e fácil, numa mesma página.

A consulta das legislações, tanto nacionais quanto internacionais, deve ser de livre acesso para que ocorra transparência nos mercados. O propósito de promover a manipulação das leis partiu da necessidade em atender aos requisitos legais nos processo de implementação de normas de qualidade. Sabe-se que tanto produtores, quanto profissionais e estudantes precisam ter contato com esse material para desenvolver suas atividades adequadamente.

Os arquivos podem ser baixados e salvos, basta clicar.

Acesse http://www.ceresqualidade.com.br/IN62/ para interagir com o mapa mental!

Boa diversão!!!

O trabalho foi concebido em parceria com o Med. Vet Thiago Canfield Bonafini (thiagobonafiniMV@gmail.com)

Fonte: Milkpoint

Estudo mostra que brasileiro consome mais leite

mar 27, 2013   //   de admin   //   Blog, Blog, Mercado  //  Nenhum Comentário

O brasileiro está consumindo mais leite e esse produto tem melhor qualidade. Em 2012, o consumo anual de leite subiu para 177 litros por pessoa, considerando o produto e seus derivados.

Ao atingir essa marca, o consumo teve evolução de 2,3% no período, segundo Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil (Associação Brasileira dos Produtores de Leite). Esses dados são resultados de estudo feito pela associação sobre o setor.

Rubez acredita que o crescimento se repetirá neste ano, com o consumo subindo para uma marca próxima de 181 litros per capita.

A meta nos próximos cinco ano é se aproximar dos 200 litros recomendados pelo Ministério da Saúde, prevê o presidente da Leite Brasil.

A produção nacional de leite atingiu 33 bilhões de litros no ano passado. Destes, 21,7 bilhões de litros foram industrializados. Neste ano, a produção deverá subir para 34 bilhões, com a industrialização de 24 bilhões de litros.

Um dos pontos positivos do do setor é a queda no consumo de leite informal, afirma Rubez. Em 2011, pelo menos 10,4 bilhões de litros de leite consumidos entravam nas estatísticas como informais. Neste ano, recuará para 10 bilhões, segundo Rubez.

O consumidor se beneficiou dessa oferta maior de produto pagando apenas 2% a mais pelo leite longa vida no ano passado, abaixo da taxa média de inflação, aponta o estudo da associação.

Já o produtor não teve a mesma sorte. O ano não tem sido fácil para ele porque os custos tiveram alta de 20%, segundo Paulo Ozaki, pesquisador do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Além de problemas climáticos, que afetaram as pastagens, os custos da alimentação dos animais ficaram bem mais elevados.

A quebra de safra de milho nos Estados Unidos provocou alta também na soja. Além disso, permitiu exportações recordes de milho pelo Brasil, elevando o preço interno.

Com a entrada da nova safra, a pressão dos custos de produção será menor, melhorando as margens. É o que apuraram os técnicos do Cepea junto a produtores e indústrias desse setor.

A cadeia de produção terá de absorver, no entanto, o reajuste de 9% do salário mínimo, segundo o Cepea.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vaivem/1234796-estudo-mostra-que-brasileiro-consome-mais-leite.shtml

Produtores jogam jatos de leite em protesto inusitado na Bélgica

nov 28, 2012   //   de admin   //   Blog, Mercado, Notícias  //  Nenhum Comentário

Na Bélgica, um protesto inusitado. Produtores despejaram toneladas de leite no centro da capital, Bruxelas. Eles vieram da França, da Polônia, da Alemanha, da Holanda e invadiram o centro de Bruxelas com centenas de tratores e interromperam o trânsito.

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Os manifestantes enfrentaram as tropas de choque com jatos de leite e lançaram esguichos contra o prédio do parlamento. O protesto foi contra o preço de venda do leite, que, segundo eles, não paga nem o custo da produção.

O descontentamento na Europa é cada vez maior. O próprio FMI já reconheceu que austeridade apenas, não adianta para tirar os países da crise. As dificuldades econômicas desfazem governos – como foi o caso na Espanha, França, Itália, Grécia.

O presidente da França, François Hollande, está em dificuldades. Ele se reúne hoje com o maior empresário mundial do aço, o indiano Lakshmi Mittal e vai fechar duas usinas. O que os franceses querem é emprego e crescimento.

Fonte:Globo.com

Quentão Planet FIV FZD

nov 23, 2012   //   de admin   //   Blog, Genética, Girolando  //  2 Comentário

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Sua mãe, irmã do melhor touro Gir do planeta ( Sansão )
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Seu pai, o melhor touro Holandês do planeta. ( Ensenada Taboo Planet )
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Grande Campeão 5/8 – EXPOPAR / EXPOLEITE – 2009 -PARANAÍBA-MS
Grande Campeão 5/8 –  2009 – CASSILANDIA – MS

 

RGD 1175 – NAVARRO TOUCHDOWN 5/8 – PARABÓLICA EVEREST X TOUCHDOWN

Campeão Junior Menor 5/8 –  EXPOGRANDE 2010 ( Campo Grande )

 

Outros  Links:

http://www.selectsires.com.br/produto.php?id=235

http://www.aasm-cua.com.pt/img/Genetica2013/Pag20.pdf

 

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